POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova criação de programa de pesquisa sobre transtorno do espectro autista

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui o Programa Nacional de Pesquisa sobre transtorno do espectro autista (PNP-TEA). O objetivo é incentivar pesquisas científicas e tecnológicas voltadas à identificação das causas e de novos tratamentos do TEA.

Entre as diretrizes que vão nortear os estudos do PNP-TEA estão:

  • identificar as causas genéticas e ambientais do TEA;
  • criar metodologias para o diagnóstico precoce e formas inovadoras de intervenção terapêutica;
  • fomentar a capacitação de profissionais da saúde e da educação para o atendimento de pessoas com TEA; e
  • divulgar os resultados das pesquisas, garantindo a disseminação do conhecimento.

O programa será financiado por recursos orçamentários específicos e parcerias com o setor privado. Além disso, será exigida a apresentação anual de relatórios sobre o progresso e os resultados alcançados.

Mudança
A versão aprovada, apresentada pelo relator, deputado Felipe Becari (União-SP), substitui o Projeto de Lei 4462/24, originalmente proposto pelos deputados Amom Mandel (Cidadania-AM) e Duda Ramos (MDB-RR). Becari incorporou ao substitutivo elementos do PL 374/25, que tramita em conjunto. A principal alteração foi a inclusão do PNP-TEA na Lei 12.764/12, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA.

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“O programa vai impulsionar a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico relacionados ao TEA”, disse Becari.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Ciência, Tecnologia e Inovação; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Deputados dizem que Luz para Todos enfrenta dificuldades de atender populações isoladas; assista

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As populações indígenas da Amazônia Legal estão entre as comunidades com menor acesso à eletricidade. Um serviço público que o governo federal considera ter levado à maior parte da população com o programa Luz para Todos, criado para impulsionar o desenvolvimento e a inclusão social.

Em audiência pública da Comissão de Minas e Energia, o diretor do Departamento de Universalização e Políticas Sociais do Ministério de Minas e Energia, André Luís de Oliveira, disse que a tarefa de levar energia elétrica esbarra na dificuldade de acesso e na falta de informações sobre várias regiões e segmentos da população.

Mas, para o deputado Sidney Leite (PSD-AM), que pediu a realização do debate, esse é um problema que o governo federal já deveria ter resolvido. Ele reclamou que, em muitos locais na Amazônia, não há acesso à energia elétrica: “Nós não vamos descansar enquanto não viabilizarmos essa energia chegar a todos os lares, a todas as populações, seja a população indígena, a população ribeirinha e quem está isolado na Amazônia como um todo.”

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Da TV Câmara
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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