POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova dispensa de autorização de confederações para corridas de rua

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que dispensa os organizadores de corridas de rua e caminhadas da expressa autorização de confederação esportiva ou de entidades estaduais a ela filiadas para a realização de eventos em vias públicas.

O texto seguirá para o Senado, a menos que haja recurso para que seja votado no Plenário da Câmara.

Por recomendação do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), o texto aprovado foi o substitutivo adotado pela Comissão de Viação e Transportes para o Projeto de Lei 2118/21, do deputado Pedro Vilela (PSDB-AL). O texto original do projeto revogava dispositivo do Código de Trânsito Brasileiro para liberar qualquer evento esportivo da necessidade de aval da confederação.

O texto do substitutivo, no entanto, estabelece que esse requisito será dispensado apenas para corridas, trilhas, caminhadas e outros eventos de pedestrianismo e torna obrigatório um serviço de atendimento médico de emergência no trecho da competição.

Confederações
Garcia esclareceu que foi procurado pelas confederações de atletismo, de ciclismo e de triatlo, que manifestaram opinião contrária à proposta. Segundo o relator, as confederações de atletismo e a Associação Brasileira de Organizadores de Corrida de Rua e Esportes Outdoor trabalham juntas na profissionalização do segmento de corridas de rua e defendem a regulamentação desses eventos.

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“Estamos convencidos de que a regulamentação das corridas de rua, com a participação das federações e confederações, é necessária e o Poder Executivo deve tratar o tema em norma específica, como a Lei Geral do Esporte”, afirmou o relator.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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