POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova inclusão da Empresa Gestora de Ativos em programa de desestatização

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A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou no dia 9 de julho passado proposta que inclui novamente a Empresa Gestora de Ativos S.A (Emgea) no Programa Nacional de Desestatização (PND). O texto suspende os efeitos do Decreto 12.032/24, que tinha tirado a empresa do PND.

A Emgea é uma empresa pública federal vinculada ao Ministério da Fazenda, responsável por gerir e recuperar créditos da União, como financiamentos imobiliários e dívidas públicas. Também atua na cobrança de ativos da Secretaria do Patrimônio da União, priorizando soluções conciliatórias.

O texto aprovado é um substitutivo do deputado Alexandre Guimarães (MDB-TO), que unifica duas propostas (PDL 299/24 e PDL 301/24) que buscam suspender o decreto.

Segundo Guimarães, a Emgea estava buscando adquirir créditos imobiliários de bancos e se endividando para bancar essas aquisições. “Haveria um problema insolúvel, justamente o que causou a crise do subprime quase 20 anos atrás: os bancos levariam os seus créditos podres à Emgea, que, em algum momento no futuro, deveria ser financiada pelo Estado brasileiro”, afirmou.

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Guimarães afirmou manter o decreto com a existência da Emgea como empresa pública seria uma “enorme irresponsabilidade” com consequências imprevisíveis para as futuras gerações no Brasil. “Já basta termos governos que constroem responsabilidade fiscal para, na sequência, governos sem compromisso com o futuro buscarem a gastança sem limites”, disse.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Conheça a tramitação de projetos de decreto legislativo

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Rede de comunicação de MT e federação de fomento comercial serão homenageadas

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) dois requerimentos de sessão especial: uma para celebrar os 60 anos da fundação da Rede Matogrossense de Comunicação e outro para comemorar os 12 anos da Federação Brasileira de Fomento Comercial, Serviços e Atividades Financeiras.

A homenagem à Rede Matogrossense de Comunicação (RMC) foi solicitada pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT) por meio do RQS 447/2026. Nesse requerimento, Wellington destaca a trajetória da RMC, que teve início na década de 1960 com a fundação da TV Morena, em Campo Grande (hoje capital do estado de Mato Grosso do Sul), pelo empresário Ueze Elias Zahran.

Já a homenagem à Federação Brasileira de Fomento Comercial, Serviços e Atividades Financeiras (Febraf) foi solicitada pelo senador Laércio Oliveira (PP-SE) por meio do RQS 437/2026. Em seu requerimento, Láercio lembra que essa entidade foi criada em 2014, tem “abrangência e base em todo o território nacional e consolidou sua legitimidade como entidade sindical de grau superior representativa dos setores de fomento comercial, serviços e atividades financeiras”.

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As datas das sessões especiais ainda serão definidas pela Mesa do Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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