POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate empoderamento econômico da população afro-brasileira

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (11), audiência pública sobre empoderamento econômico da população afro-brasileira.

O debate atende a pedido da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e está marcado para as 15h30, no plenário 10.

A deputada destaca que, historicamente, a população negra enfrenta desigualdades estruturais que limitam seu acesso a oportunidades econômicas.

Segundo ela, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2022 mostram que pessoas negras recebem salários inferiores aos de pessoas brancas, mesmo quando possuem a mesma escolaridade, além de enfrentarem mais dificuldades no acesso ao crédito e a investimentos para seus negócios.

“Diante dos dados apresentados pelo IBGE, é urgente instituir um processo de mapeamento de dados e de propostas concretas para a formulação de políticas públicas que apontem os desafios e reduzam desigualdades, promovendo um ambiente mais justo e inclusivo”, defende Benedita da Silva.

“O evento reunirá especialistas, representantes governamentais e membros da sociedade civil para discutir estratégias de inclusão econômica, com ênfase na ampliação do acesso a crédito, investimento e apoio técnico para empreendedores negros”, informa.

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Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Motta diz que combate à violência contra a mulher é prioridade na Câmara

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio é prioridade para a Casa.

Segundo ele, o grupo de trabalho (GT) criado para debater o projeto de lei que criminaliza a misoginia (PL 896/23) será instalado na próxima semana, e já estão previstas quatro audiências públicas.

O GT, coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP), deve apresentar um parecer até o início de junho para que a proposta seja debatida pelas bancadas.

“Já demonstramos essa prioridade com um grande volume de projetos aprovados, como o que coloca tornozeleira eletrônica em agressor de mulher, os que endureceram as penas contra quem comete violência contra a mulher, e propostas que previnem a violência”, afirmou o presidente.

“Somos signatários do pacto contra o feminicídio, que foi assinado com os demais Poderes para mudar a realidade no país”, acrescentou.

O que diz o projeto
O PL 896/23, já aprovado no Senado, equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível.

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A proposta prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e discriminação baseada na crença de supremacia masculina.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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