POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate resultados da COP30 para o bioma caatinga

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A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (16), a mesa-redonda “análise dos resultados obtidos na COP30 em relação ao bioma caatinga”. O debate será realizado às 10 horas, no plenário 2.

O evento atende a pedido do deputado Leônidas Cristino (PDT-CE). Segundo o parlamentar, o objetivo é analisar de forma detalhada e transparente os resultados alcançados na COP30, realizada em Belém (PA), no que diz respeito ao bioma caatinga.

Ele destaca que a caatinga ocupa cerca de 11% do território nacional e 70% da região Nordeste, sendo um patrimônio natural com elevado grau de endemismo.

De acordo com o deputado, a preservação desse bioma é essencial para milhões de brasileiros que vivem no semiárido e dependem de seus recursos. O bioma funciona como sumidouro de carbono e ajuda a reduzir os impactos da crise climática.

Cristino afirma que a região enfrenta forte degradação ambiental e pressões relacionadas às mudanças climáticas, como secas mais intensas e chuvas irregulares.

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“Nesse contexto, a COP 30 representou uma oportunidade de colocar a caatinga na agenda climática. Foram articulados compromissos, discutidos investimentos e propostas de cooperação que visam a proteção e o desenvolvimento sustentável da região” diz o deputado.

O debate, segundo ele, permitirá avaliar como os acordos internacionais poderão se transformar em políticas públicas federais.

Agência Câmara
Meio Ambiente - Geral - Bioma - Biomas do Brasil - Amazônia - Caatinga - Cerrado - Mata Atlântica - Pampa - pantanal

Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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