POLÍTICA NACIONAL

Comissão realiza seminário para discutir políticas públicas sobre doenças raras e autismo

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realiza seminário na terça-feira (10) para discutir políticas públicas sobre doenças raras e autismo. O debate será realizado no Auditório Nereu Ramos pela manhã, a partir das 9 horas, e no plenário 7 à tarde, a partir das 14 horas.

O evento é uma iniciativa da deputada Flávia Morais (PDT-GO). “As doenças raras, por sua complexidade e baixa prevalência, frequentemente não recebem a devida atenção dentro do sistema de saúde pública, o que resulta em dificuldades para o diagnóstico precoce, o acesso a tratamentos adequados e a garantia de qualidade de vida aos pacientes e suas famílias”, afirma.

A parlamentar acrescenta que, de maneira semelhante, as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), embora sejam uma parcela crescente da população, ainda enfrentam barreiras para o acesso à educação inclusiva, tratamento multidisciplinar e oportunidades equitativas de trabalho e participação social.

Ela lembra que a promoção da inclusão e do entendimento sobre a neurodiversidade é essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, que reconheça e valorize a singularidade de cada indivíduo.

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O seminário vai reunir especialistas das áreas de saúde, educação e direitos humanos, entre outros.

Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Wellington Fagundes homenageia padre Nazareno Lanciotti

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Em pronunciamento nesta segunda-feira (15), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) destacou a celebração de beatificação do padre italiano Nazareno Lanciotti, realizada em 13 de junho na cidade de Jauru (MT). Wellington participou da cerimônia e afirmou que a vida e morte do padre Nazareno são um lembrete da verdadeira grandeza espiritual das pessoas. 

— Tive a graça e a honra de conhecer o Padre Nazareno, hoje o beato Padre Nazareno, um homem muito simples, humilde, dedicado aos mais pobres principalmente e, acima de tudo, um homem que transformou a vida de milhares de pessoas por meio da fé, da solidariedade e, acima de tudo, do amor ao próximo — declarou.

O padre Nazareno Lanciotti nasceu em Roma, em 1940, e mudou-se em 1971 para o Brasil, onde dedicou sua vida às atividades da igreja e prestou atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade. Em 2001, Lanciotti teve sua casa invadida e foi assassinado por dois homens, em retaliação ao trabalho pastoral prestado. A morte do beato por ódio à fé foi reconhecida em 2025 pela igreja católica.

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Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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