POLÍTICA NACIONAL

Congresso recebe iluminação azul e lilás pelo Dia Mundial das Doenças Raras

Publicado em

O Congresso Nacional recebe iluminação nas cores azul e lilás até sexta-feira (28), em alusão ao Dia Mundial das Doenças Raras. A campanha ocorre todos os anos, desde 2008, em mais de 70 países. Instituída pela Organização Europeia de Doenças Raras (Eurordis), a data visa divulgar informações sobre essas enfermidades e incentivar pesquisas para tratamento.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, doença rara é aquela que afeta até 65 pessoas a cada 100 mil. Embora o número exato dessas doenças seja desconhecido, estima-se que existam entre 6 mil a 8 mil tipos ao redor do mundo. Elas apresentam sintomas que variam de uma condição para outra e entre pessoas afetadas pela mesma enfermidade.

Manifestações relativamente comuns podem imitar doenças mais frequentes, o que dificulta o diagnóstico.

Em geral, as doenças raras são crônicas, progressivas, incapacitantes e não têm cura.

A iluminação especial foi pedida pelas deputadas Rosangela Moro (União-SP) e Nely Aquino (Pode-MG), e pelos senadores Romário (PL-RJ) e Mara Gabrilli (PSD-SP).

Leia Também:  Comissão debate qualidade na prestação de serviço das empresas aéreas brasileiras

Da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Relator diz que governo concordou em não criar estatal para minerais críticos e estratégicos

Published

on

O relator da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PL 2780/24 e apensados), deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), disse que o governo concordou em não criar uma empresa pública para o setor.

Em entrevista ao Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, nesta terça-feira (5), Jardim afirmou que trabalha pela aprovação da proposta ainda nesta semana no Plenário da Câmara dos Deputados.

“Alguns setores do governo falavam em criar uma estatal e nós fomos dialogando. Eu, convencido de que não era o caminho, consegui convencê-los e nós não estamos criando uma empresa”, declarou. “Nós estamos criando dispositivo para que, em vez de o governo ser um provedor, alguém que faz, ele controle quem faz, oriente e induza quem deve fazer. Então, é um Estado muito mais regulador do que produtor.”

Relatório
O parlamentar explicou  que o parecer preliminar apresentado ontem por ele tem cinco objetivos principais:

  • agregar valor aos minerais, com processamento e transformação no Brasil;
  • reforçar a soberania do país sobre recursos do subsolo;
  • estimular tecnologia e inovação, inclusive com uma taxa para financiar um fundo garantidor da atividade mineral;
  • formar profissionais para toda a cadeia; e
  • prever diálogo com comunidades sobre cuidados ambientais e sociais.
Leia Também:  CE reconhece Dança de São Gonçalo como manifestação da cultura nacional

O texto de Arnaldo Jardim reúne 13 propostas relacionadas ao tema. Segundo ele, o relatório busca evitar que o Brasil seja “um mero exportador de minerais, de commodities”.

Na entrevista, o relator também citou o cenário internacional e disse que há uma corrida por ativos minerais no Brasil. Ele mencionou a compra da empresa mineradora de terras raras Serra Verde, em Goiás, por uma empresa norte-americana e outras aquisições por empresas da China e da Austrália.

Segundo o deputado, o parecer cria instrumentos de controle, como um conselho para autorizar vendas e mudanças de controle acionário.

“Queremos que venham [estrangeiros] com recursos e com tecnologia. Mas nós teremos, a partir do projeto aprovado, instrumentos de controle. Vamos constituir um conselho, que terá de autorizar essas vendas, quando tiver controle acionário que muda”, comentou.

Arnaldo Jardim reforçou que o texto cria também uma cadeia de incentivos fiscais, que aumentam à medida que haja agregação de valor na exploração dos recursos.

Segundo o relator, o conhecimento geológico sobre o potencial mineral do país ainda está em torno de 30% apenas.

Leia Também:  Comissão ouve ministro de Minas e Energia nesta quarta-feira

No caso das terras raras, 23% das reservas conhecidas do mundo estão no Brasil, a segunda maior. A China detém 43% das reservas conhecidas e é o maior produtor mundial.

Terras raras x minerais críticos
Terras raras são um grupo de 17 elementos químicos que estão dispersos na natureza, o que dificulta a extração, sendo essenciais para turbinas eólicas, carros elétricos e sistemas de defesa, por exemplo (veja infográfico abaixo).

Já os minerais críticos, como lítio, cobalto e nióbio, são aqueles essenciais para setores como energia limpa, eletrificação e defesa, com alta demanda global e riscos de fornecimento concentrados em poucos países.

As terras raras podem ser consideradas minerais críticos dependendo do contexto, mas nem todo mineral crítico é uma terra rara.

Da Rádio Câmara
Edição – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA