POLÍTICA NACIONAL

Congresso recebe iluminação vermelha em apoio ao Dia Internacional da Dignidade Menstrual

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O prédio do Congresso Nacional ganha cor vermelha nesta sexta-feira (30) e sábado (31) para conscientização sobre o Dia Internacional da Dignidade Menstrual. Esta data, criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visa promover a educação menstrual e destacar a importância de atitudes positivas em relação à menstruação. A iluminação atende pedido da deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

A pobreza menstrual é a falta de infraestrutura, recursos e conhecimento sobre cuidados com relação à menstruação. Afeta pessoas em situação de pobreza e vulnerabilidade, como é o caso das pessoas em situação de rua e das mulheres privadas de liberdade. Por isso, é essencial a implementação de ações e políticas de saúde para reverter esse quadro no Brasil e garantir direitos a todas as mulheres que menstruam.

Distribuição gratuita de absorventes
A Lei 14.214/21 já exige a distribuição gratuita de absorventes nas farmácias populares para mulheres de baixa renda ou em situação de rua. No entanto, ainda existem barreiras burocráticas que dificultam o acesso a esse benefício.

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Para promover a dignidade menstrual através de redes de solidariedade, a Câmara dos Deputados realizou a 2ª Campanha pela Dignidade Menstrual. Nos meses de março e abril, a campanha arrecadou milhares de absorventes, que foram doados a cinco instituições que atendem mulheres em situação social e econômica difícil.

História
Em 2014, na Alemanha, foi criado o Dia Internacional da Higiene Menstrual, celebrado em 28 de maio. Hoje, essa data é comemorada em mais de 50 países, promovendo conhecimento e acesso a itens de higiene para meninas e mulheres em todo o mundo.

Da Redação – AC
Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

CDH aprova indicação para que CCJ crie grupo de reforma do Judiciário

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A Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH) aprovou nesta terça-feira (15) uma indicação para que a Comissão de Constituição e Justiça da Casa (CCJ) crie um grupo de trabalho para apresentar uma proposta de reforma do Judiciário no prazo de 60 dias.

A decisão ocorreu durante reunião da CDH em que foram discutidos os desdobramentos institucionais da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) que também aconteceu hoje.

A indicação é um tipo de proposição legislativa pela qual se sugere a adoção de providência, a realização de um ato administrativo ou a sugestão de que determinado assunto seja tratado por outra comissão, por exemplo.

A proposta de indicação feita à CCJ foi apresentada pela presidente da CDH, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), no início da noite e foi aprovada em seguida pelos parlamentares presentes.

— A indicação é para que a Comissão de Constituição e Justiça do Senado crie imediatamente um grupo de trabalho que busque todas as propostas de emenda à Constituição e todos os projetos de lei em tramitação [no Congresso Nacional] de reforma do Poder Judiciário e apresente, em no máximo 60 dias, uma única proposta de reforma do Poder Judiciário, especialmente pelo espetáculo grotesco que eles [os ministros do STF] apresentaram para o Brasil hoje — disse a senadora.  

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Sessão

A sessão do STF tinha a finalidade de decidir se haveria ou não investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes por supostas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, liquidado após a constatação de fraudes.

a reunião da CDH havia sido iniciada de manhã e depois suspensa até que acabasse a sessão do STF — o que ocorreu no início da noite, quando o ministro Flávio Dino apresentou um pedido de vista após uma discussão no Plenário da Corte que envolveu vários ministros.

— Só a ministra Cármen Lúcia, uma mulher, teve a decência de pedir desculpas aos brasileiros. Porque o que nós vimos foi um espetáculo triste: pelo menos três ministros atuando de forma agressiva, destemperada, equivocada, atacando a autoridade do presidente do Supremo, nomeadamente ministros Alexandre [de Moraes], Gilmar [Mendes] e Flávio Dino — declarou o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) durante a reunião da CDH.

Alessandro anunciou ter impetrado um mandado de segurança para que o Supremo Tribunal Federal determine que o Congresso Nacional instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) específica para apurar a relação dos ministros do STF com Daniel Vorcaro. De acordo com o senador, apesar de haver um pedido de instalação dessa CPI com 40 assinaturas, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não a instalou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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