POLÍTICA NACIONAL

Congresso se ilumina de marrom como parte da campanha de prevenção à cegueira

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O Congresso Nacional recebe iluminação especial na cor marrom nesta terça-feira (22) em apoio à campanha de conscientização sobre prevenção, combate e reabilitação de doenças que podem causar perda irreversível da visão. Conhecida como Abril Marrom, a campanha envolve diversas ações durante todo o mês para alertar a população sobre a importância do diagnóstico precoce, com a realização de exames oftalmológicos regulares. O pedido para a iluminação foi feito pelo deputado Daniel Agrobom (PL-GO).

As principais causas de cegueira evitável incluem a catarata, o glaucoma, os erros refratários, a retinopatia diabética e a degeneração macular relacionada à idade (DMRI). O diagnóstico precoce dessas condições, que podem se apresentar de forma silenciosa e sem sintomas nas fases iniciais, pode evitar a perda da visão e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas.

Em 2023, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que 285 milhões de pessoas tinham a visão prejudicada no mundo. Desses casos, entre 60% e 80% poderiam ser evitados ou tinham tratamento. No Brasil, o censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 indicou que 18,6% da população possui algum tipo de deficiência visual, sendo 6,5 milhões com deficiência visual severa, 506 mil com perda total da visão e 6 milhões com grande dificuldade para enxergar.

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A campanha Abril Marrom não apenas enfatiza a prevenção e o tratamento das doenças oculares, mas também promove a reabilitação e a inclusão das pessoas com deficiência visual. Isso é fundamental para garantir que todas as pessoas, independentemente de suas limitações visuais, tenham acesso igualitário a uma vida independente e plena.

A escolha do mês de abril está relacionada ao Dia Nacional do Braille, comemorado em 8 de abril por ser a data de nascimento do professor José Álvares de Azevedo, responsável por introduzir o alfabeto Braille no Brasil em 1850. Já a cor marrom foi escolhida por ser a mais frequente na íris dos olhos dos brasileiros.

Da Redação – AC
Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova possibilidade de controle de acesso em áreas residenciais

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera o Estatuto da Cidade para permitir que municípios e o Distrito Federal criem regras específicas para o monitoramento de segurança e o controle de veículos em bairros e quadras residenciais.

O texto aprovado foi a versão elaborada (substitutivo) pelo relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), para o Projeto de Lei 1592/19, da ex-deputada Celina Leão (PP-DF), atual governadora do Distrito Federal.

O texto inicial previa que os estados e o Distrito Federal autorizassem a instalação de obstáculos físicos em áreas residenciais, para dificultar a entrada e a saída de veículos após a aprovação dos moradores. A nova redação transfere essa competência para a legislação municipal, a fim de respeitar a autonomia das cidades para legislar sobre o uso do solo.

Plano diretor
De acordo com a proposta aprovada, a criação dos regimes diferenciados de segurança deverá observar obrigatoriamente as diretrizes do plano diretor de cada cidade.

“Ao condicionar o controle de acesso às diretrizes do plano diretor, garantimos que a medida não seja um enclave isolado, mas parte de uma estratégia urbanística maior”, explicou Fraga.

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Uso das vias
O projeto estabelece ainda salvaguardas para garantir o uso público das vias. O controle de acesso só será permitido se assegurar o livre trânsito de pedestres em ruas e espaços públicos, além de garantir a entrada irrestrita de serviços públicos essenciais e de veículos de emergência, como ambulâncias e carros de bombeiros.

“Trata-se de conferir legalidade e ordem a situações que já ocorrem de fato nas metrópoles brasileiras, sob o manto da proteção à vida e à propriedade”, justificou Alberto Fraga.

Ele lembrou ainda que a proposta surge no contexto de enfrentamento da criminalidade urbana, impulsionado pelo crescimento desordenado das cidades e pela falta de investimentos públicos.

“Esse contexto tem gerado um elevado número de assaltos, fazendo com que a população de condomínios verticais e de conjuntos residenciais se sinta cada vez mais desprotegida e refém em seu próprio cotidiano”, afirmou o relator.

Próximos passos
O projeto já passou pela Comissão de Viação e Transportes e foi rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano antes de chegar à Comissão de Segurança Pública.

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Agora, o texto seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois para o Plenário da Câmara dos Deputados.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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