POLÍTICA NACIONAL

Davi anuncia novo Portal do Orçamento, que será lançado na quinta-feira

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Será lançado na quinta-feira (28) o novo Portal do Orçamento do Congresso Nacional. O anúncio foi feito pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, durante a sessão plenária desta quarta-feira (27).

O novo portal, com linguagem mais acessível e nova organização, vai concentrar informações sobre as diversas etapas do Orçamento, hoje divididas em diferentes páginas on-line. Davi ressaltou que a iniciativa facilita o acesso dos cidadãos ao Orçamento.

— O novo portal representa o compromisso do Congresso com a transparência das informações sobre o Orçamento da União, num esforço contínuo para tornar mais simples e acessível a toda a sociedade um tema tão técnico e ao mesmo tempo tão importante para a vida de todos os brasileiros — declarou o presidente do Senado, que também destacou o trabalho conjunto das duas Casas legislativas para o desenvolvimento do portal.

Novo enfoque

O portal, que ficará hospedado no site do Congresso, vai concentrar as informações antes divididas entre os sites do Senado, da Câmara e da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

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A ideia é, além de unificar essas informações, mudar o enfoque: em vez de priorizar a tramitação das peças orçamentárias, como ocorria antes, agora o destaque será para as etapas do Orçamento ao longo de todo o ano.

O portal foi desenvolvido conjuntamente pela Câmara e pelo Senado, com a coordenação da Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado (Prodasen) e o apoio direto da Câmara na definição dos layouts e da linguagem acessível da página.

Esse grupo também contou com a participação das consultorias de Orçamento das duas Casas, da Secretaria-Geral da Mesa do Senado, da CMO e de servidores de tecnologia da informação das duas Casas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Volta à Câmara proposta de proteção a crianças expostas a violência doméstica no exterior

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Autoridades brasileiras podem ficar desobrigadas de ordenar a repatriação de criança ou adolescente ao país onde moravam com o pai, quando houver indícios de que a mãe brasileira ou seus filhos foram vítimas de violência doméstica naquele país.

É o que prevê um projeto de lei aprovado nesta quinta (3) pelo Senado. Devido às alterações feitas no texto (PL 565/2022), a proposta retornará à Câmara dos Deputados, onde sua tramitação teve início.

A matéria contou com o parecer favorável da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que promoveu alterações no projeto original. Ela participou de uma comissão do Senado que analisou por seis meses casos de mulheres brasileiras que, após terem residido no exterior, voltaram ao Brasil com seus filhos para escapar das agressões de seus maridos — e acabaram sendo acusadas por eles de sequestro internacional.

Atualmente, a Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Criança (que faz parte da Convenção de Haia) determina o retorno da criança ou do adolescente. Por isso, o objetivo do projeto é evitar que as autoridades brasileiras se vejam obrigadas a devolver esses filhos a pais acusados de agressão.

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Mara Gabrilli reitera que a principal inovação da proposta é reconhecer que a violência doméstica pode constituir risco suficiente para autorizar a autoridade brasileira a ignorar a regra de retorno da criança ou do adolescente ao país estrangeiro. Segundo ela, isso permite que situações de violência, mesmo quando dirigidas contra a mãe, sejam juridicamente consideradas fatores de risco à criança.

O texto aprovado no Senado lista uma série de situações que podem configurar indícios de violência doméstica em outro país — e que desobrigariam as autoridades judiciais e administrativas brasileiras de ordenar o retorno dos filhos —, como denúncias apresentadas no país onde vive o pai; laudos médicos, psicológicos ou relatórios de serviços sociais; depoimentos de testemunhas ou das próprias vítimas; contatos com consulados brasileiros em busca de apoio; etc.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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