POLÍTICA NACIONAL

Gleisi admite retirar urgência de projeto sobre licenciamento ambiental

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A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que o governo considera retirar a urgência do projeto que altera a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (PL 3834/25). A proposta passa a trancar a pauta do Plenário a partir de hoje.

O Poder Executivo encaminhou esse texto depois de vetar parte de outro projeto aprovado pelo Congresso tratando do tema, além de encaminhar uma medida provisória, que regulamenta a Licença Ambiental Especial (LAE). Essa licença é usada para atividades ou empreendimentos considerados estratégicos pelo Conselho de Governo.

Gleisi Hoffmann disse que vai aguardar uma conversa com o relator do texto, deputado Zé Vitor (PL-MG), para se informar sobre como está o parecer do parlamentar. Segundo ela, a retirada dessa urgência tem o objetivo de destravar a pauta da Câmara e permitir a votação de outros projetos de interesse do Poder Executivo, como o de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

“Vocês lembram que a lei recebeu muitos vetos, temos uma vacância do licenciamento ambiental e é importante que o Congresso possa dispor sobre o tema. Por isso mandamos o projeto de lei em regime de urgência e uma MP sobre o tema. Acho que tudo se resolve, e a gente pode retomar pautas importantes”, explicou a ministra.

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Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Lei reconhece município paranaense como Capital Nacional da Louça

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O município de Campo Largo, no Paraná, passou a ser reconhecido oficialmente como a Capital Nacional da Louça. O título foi concedido pela Lei 15.453/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada na quinta-feira (2) no Diário Oficial da União.

A norma teve origem no Projeto de Lei 2896/24, do deputado Paulo Litro (União-PR), aprovado na Câmara em setembro do ano passado. Ele afirma que o município é o principal polo brasileiro de produção de louças profissionais. E lembra que a cidade Campo Largo já havia sido declarada, em lei estadual de 2010, como a Capital da Louça e Porcelana de Mesa e da Cerâmica do Paraná.

No Senado, a proposta foi aprovada em junho.

Paulo Litro citou informação do Sindilouças segundo a qual Campo Largo atende 75% da demanda nacional de louça profissional e gera mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, sendo importante e fundamental polo do setor no Paraná. O município produz 36 milhões de peças de porcelana e cerâmicas por ano.

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Os parlamentares que apoiaram a proposta ressaltam que a tradição ceramista da cidade se reflete em eventos como a Feira da Louça e instituições como o Centro de Ciências e Tecnologias Cerâmicas (Cestec).

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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