POLÍTICA NACIONAL

Hugo Motta: produção legislativa tem acompanhado os interesses da sociedade

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a Casa tem contribuído cada vez mais com projetos que permitem ao Brasil ampliar o aproveitamento de energias limpas, por meio da produção e distribuição de fontes renováveis e do desenvolvimento de novas tecnologias.

Segundo Motta, a produção legislativa tem refletido as demandas da sociedade graças ao diálogo constante com os diversos setores envolvidos. A declaração foi feita durante a 14° edição do Fórum Nordeste, em Recife (PE).

“Em um dos grandes desafios do nosso tempo, que é a transição energética, estamos à frente do mundo. E isso não significa que devemos nos acomodar, mas, ao contrário, que devemos aproveitar essa vantagem”, disse o presidente da Câmara.

Aprovações importantes
Ele destacou projetos e leis já aprovados com apoio decisivo do Parlamento, como o marco legal da microgeração e minigeração distribuída de energia elétrica, o marco legal do hidrogênio de baixa emissão de carbono, a lei que regulamenta o aproveitamento do potencial energético offshore, e a que instituiu o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten).

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“Quanto ao etanol e aos biocombustíveis, vale citar também a Emenda Constitucional 123, de 2022, que estabeleceu o diferencial de competitividade em favor dos biocombustíveis; e a Lei do Combustível do Futuro, de 2024, que, entre outras coisas, dispôs sobre o percentual obrigatório de álcool na gasolina”, acrescentou.

Motta lembrou ainda que investimentos em logística, como a Transnordestina, ampliam o potencial de competividade da Região Nordeste e reforçam sua capacidade de assumir papel de protagonismo na geração de energia limpa.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova ampliação para 180 dias do prazo para transferência de domicílio eleitoral

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia o prazo de antecedência mínima do pedido de transferência do domicílio eleitoral de 150 para 180 dias antes da data da eleição. Pelo texto, o tempo de residência mínima no novo município também passa de 3 para 6 meses.

A CCJ aprovou o parecer da relatora, deputada Julia Zanatta (PL-SC), favorável ao Projeto de Lei 3562/25, do deputado Cobalchini (MDB-SC), com emenda. Zanatta fez ajuste para aplicar as alterações à Lei das Eleições (Lei 9.504/97), além do Código Eleitoral e da Lei 6.996/82.

A proposta segue agora para análise do Plenário da Câmara. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelo Senado Federal.

Segurança jurídica
A relatora afirmou que a proposta protege a soberania popular ao evitar distorções na representatividade local. “A fraude de domicílio rompe o nexo de pertinência essencial entre o eleitor e a comunidade política local, cujos rumos ele pretende definir”, destacou Zanatta em seu parecer.

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Comprovação de residência
O texto altera a forma de comprovação de vínculo com a localidade. A proposta exige a apresentação de comprovante de residência oficial em nome do eleitor, emitido nos últimos seis meses. São listados como exemplos contas de água, luz, gás, telefone fixo ou correspondência oficial de órgãos governamentais.

A lei atual permite a comprovação por meio de declaração do próprio eleitor ou outros meios considerados convincentes pelo juiz eleitoral, critérios que são suprimidos pelo projeto.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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