POLÍTICA NACIONAL

Jorge Seif defende valorização do carvão mineral e das hidrelétricas no Brasil

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Durante pronunciamento nesta quinta-feira (12), o senador Jorge Seif (PL-SC) defendeu a valorização das fontes tradicionais de energia do Brasil, especialmente o carvão mineral e as hidrelétricas. Segundo ele, essas duas fontes energéticas são essenciais para garantir a segurança do abastecimento de energia do país, principalmente durante crises climáticas como secas e enchentes. 

O senador criticou o atual governo por ser “submisso às pressões internacionais” para acabar com o consumo do carvão mineral. Ele apontou a contradição de países europeus, que, embora imponham restrições ao uso do carvão em outros lugares, continuam utilizando essa fonte de energia para garantir a sua própria segurança energética. 

Olhem para a Europa, que impõe a vocês engolir abaixo o que eles querem! Olhem para a Europa! Eles destruíram tudo, só tocam com carvão. Aí, quando existe uma guerra como Rússia e Ucrânia, ligam mais termelétricas ou criam mais. E vêm aqui dar de dedo na cara do Brasil para demonizar o carvão mineral? Coloquem a mão na consciência! — disse.  

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Além disso, o parlamentar também questionou os interesses por trás dessa oposição ao carvão mineral, criticando organizações não governamentais (ONGs) que, segundo ele, influenciam as políticas públicas brasileiras, especialmente as do Ministério do Meio Ambiente.  

Eu não estou falando de esquerda e direita, não; eu estou falando de soberania nacional. Eu quero ver se hoje se desligam as termelétricas e amanhã dá uma crise climática de novo. Onde este país vai parar? — questionou Seif.  

Camily Oliveira, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.

O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).

Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.

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“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.

Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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