POLÍTICA NACIONAL

Projeto busca criar cultura de gestão de riscos na administração pública

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O Projeto de Lei 384/25, do deputado Duda Ramos (MDB-RR), torna obrigatório o planejamento e a gestão de riscos na administração pública federal e estadual. O objetivo é aumentar a eficiência, a transparência e a governança da gestão nessas duas esferas de governo. Municípios poderão seguir as determinações da proposta a partir de instrumentos de cooperação e legislação específica. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

A proposta também prevê alterações em leis existentes e estabelece princípios e diretrizes para implementar cultura de gestão de riscos.

Para Duda Ramos, a falta de um planejamento estruturado e de metodologias formais para avaliação de riscos tem implicado um histórico de descontinuidade na execução de políticas públicas, frequentemente frustradas por contingências previsíveis. “Ao instituir um sistema de gestão de riscos integrado ao planejamento estratégico e orçamentário, a proposição confere maior racionalidade à tomada de decisão governamental”, diz o deputado.

Princípios e cultura
O projeto prevê como princípios a integração da gestão de riscos aos processos decisórios, a transparência e prestação de contas e a capacitação contínua de servidores para lidar com riscos. A cultura tem como diretrizes fortalecer mecanismos de governança para tomada de decisão fundamentada, articular orgãos de controle interno e externo e avaliar periodicamente a efetividade dos processos de gestão de riscos.

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Deverão ser elaborados relatórios semestrais sobre gestão dos órgãos com identificação de riscos enfrentados, medidas de mitigação adotadas e seus impactos, recomendações de melhoria e indicadores de desempenho para monitoramento contínuo.

Nas contratações públicas, segundo a proposta, deverá haver implementação de inteligência artificial e automação para monitoramento, detecção de inconformidades e melhoria de eficiência nos controles.

Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Santa Catarina elege Carol de Toni e Carlos Bolsonaro ao Senado

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selo_eleicoes_claro.jpgSanta Catarina elegeu neste domingo (4) Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, para o Senado. Ambos chegam à Casa para o primeiro mandato. Com 93,8% das seções eleitorais totalizadas, eles tinham respectivamente 33,4% e 25,2% dos votos.

Carol de Toni

Caroline Rodrigues de Toni nasceu em Chapecó (SC), em 1986. Advogada, é formada em direito pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) e tem mestrado em direito público.

Carol de Toni iniciou sua trajetória eleitoral em 2016, quando concorreu a vereadora em sua cidade natal e ficou na suplência. Em 2018, foi eleita deputada federal por Santa Catarina e, em 2022, foi reeleita. Na Câmara dos Deputados, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em 2024. Seu primeiro suplente é Geraldo Wetzel Neto (Novo), e o segundo suplente, Andrey Tomazi (PL).

Carlos Bolsonaro

Carlos Nantes Bolsonaro nasceu em Resende (RJ), em 1982. Formado em Ciências Aeronáuticas, iniciou a carreira política como vereador do Rio de Janeiro. Eleito pela primeira vez em 2000, exerceu sete mandatos consecutivos na Câmara de Vereadores carioca, de 2001 a 2025.

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Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos deixou a Câmara Municipal do Rio de Janeiro em 2025 e transferiu seu domicílio eleitoral para Santa Catarina. Seu primeiro suplente é Rafael Caleffi, e seu segundo suplente, Balduino Rodrigues, ambos também do PL.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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