POLÍTICA NACIONAL

Ricardo Barros é eleito presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação

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A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados elegeu nesta quarta-feira (19) o deputado Ricardo Barros (PP-PR) para presidente. A escolha dos três vice-presidentes ficou para outra data.

“Tenho como lema a política de resultados. Sempre falo que existe muita iniciativa e pouco ‘acabativa’, então precisamos trabalhar naquilo que podemos entregar”, afirmou o deputado Ricardo Barros logo após assumir o cargo.

“Ao final deste ano, precisamos conseguir oferecer à sociedade brasileira algum avanço, seja na política de data centers, seja política de inteligência artificial, seja na energia para os data centers e assim ampliar a inteligência artificial”, avaliou.

Perfil
Ricardo Barros, 65 anos, está no sexto mandato de deputado federal. Foi ministro da Saúde entre 2016 e 2018, no governo Michel Temer. Em quatro oportunidades, licenciou-se da Câmara para ocupar a Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços do Paraná.

Atribuições
A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação analisa, entre outros temas, as políticas nacionais de ciência e de tecnologias da informação, a cooperação com outros países e organismos internacionais e o desenvolvimento tecnológico.

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Reportagem – Ralph Machado
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Voto feminino é vital para a democracia, lembra Nelsinho Trad

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Durante pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (14), o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) lembrou que as mulheres não precisam de permissão de ninguém para pensar e que o voto feminino no Brasil já existe há quase 100 anos.

— Há um assunto que me incomodou muito nos últimos dias, que foi a fala de uma pessoa de que mulher não deveria votar, que deveria seguir o marido. Olha, eu sou médico, já passei anos trabalhando em pronto-socorro e vi mulheres chegando com crianças no colo, doentes, tomando decisões sozinhas na madrugada, coisa que homem nenhum teria coragem de fazer no lugar delas. Aliás, a mulher não precisa de permissão para pensar, nunca precisou.

No final de junho, o jornalista Paulo Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, declarou no final de junho que “mulher vota estatisticamente mal, principalmente as solteiras; as casadas costumam acompanhar o marido”.

Nelsinho destacou que muitas mulheres lutaram para conquistar o direito ao voto e que, atualmente, são metade do eleitorado brasileiro. E acrescentou que “quem coloca isso em dúvida não é um conservador; é um atrasado. As mulheres estão à frente de mais da metade dos lares brasileiros”. 

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— Eu fui criado por uma mulher, uma professora forte. Tenho uma companheira que me inspira todos os dias. Sou pai de meninas e sei exatamente o que o mundo poderia ser se a mulher não votasse: a democracia não teria a essência que tem. Mulher tem de liderar, mulher tem de decidir — afirmou ele.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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