POLÍTICA NACIONAL
Soberania e custo de exploração de terras raras são destaque em audiência na CI
Publicado em
27 de maio de 2026por
Da Redação
Como tornar o Brasil uma potência mundial na exploração e transformação no uso de minerais críticos, que gere riqueza e desenvolvimento interno para o país? O tema foi debatido em audiência pública nesta quarta-feira (27), na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI). A reunião faz parte dos trabalhos para instruir o Projeto de Lei (PL) 4.443/2025, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, proposta em discussão na comissão, de autoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL).
O debate, presidido pelo senador Wilder Morais (PL-GO), reuniu representantes do governo, da indústria, da mineração e da pesquisa para discutir o papel desses minerais no desenvolvimento tecnológico, na transição energética, na segurança econômica e na competitividade do país. Eles concordaram que é preciso conciliar investimentos da iniciativa privada e do poder público, dar celeridade na exploração, investir em pesquisa e tecnologia e focar na criação de um ambiente de negócios propício para o setor, tendo como premissa a soberania do Brasil.
Na abertura da reunião, o senador Wilder Morais afirmou que o tema se tornou central para economia, a indústria, a segurança energética e a soberania tecnológica. Segundo ele, o debate ganha ainda mais relevância diante do avanço desta discussão também na Câmara dos Deputados, que recentemente aprovou o Projeto de Lei (PL) 2.780/2024, estabelecendo diretrizes para política nacional de minerais críticos e estratégicos. O parlamentar afirmou que, em conversas com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, solicitou a relatoria do projeto na Casa.
— O mundo vive hoje uma profunda reorganização das cadeias globais de suplementos. Minerais como lídio, grafita, níquel, cobre, cobalto, nióbio, já ocupam posições estratégicas para o setor, como mobilidade elétrica, fertilizantes, defesa, semicondutores, infraestrutura digital e transição energética. Os minerais oriundos das terrar raras reforçam esta tendência de uma nova ordem mineral mundial. Neste cenário, o Brasil possui uma oportunidade histórica. Somos uma das maiores potências minerais do planeta e precisamos discutir, não apenas a expansão da atividade mineral, mas principalmente como transformar riqueza geológica em desenvolvimento industrial, inovação tecnológica e agregação de valores no território nacional — disse.
Para o parlamentar, o debate legislativo em curso traz tema relevante como a rastreabilidade mineral, segurança do suprimento, verticalização das cadeias produtivas, financiamento a inovação, pesquisa mineral, licenciamento, governança regulatória e inserção estratégica do Brasil nas cadeias globais de valor.
— Também é importante refletir sobre o equilíbrio entre as competitividades, sustentabilidade ambiental e segurança jurídica, garantindo ambiente regulatório moderno, eficiente, capaz de atrair investimento de longo prazo.
Debate
O primeiro convidado a falar na audiência foi Frederico Bedran Oliveira, diretor da Associação de Minerais Críticos (AMC). Ele afirmou que o Brasil é um potencial grande ator para a cadeia desses minerais, e que o Senado tem um papel muito importante destravar esta pauta e discutir a política para o setor, com cautela e parcimônia. Ele lembrou que boa parte dos investimentos em mineração são de capital estrangeiro e o país deve propiciar um ambiente de negócios favorável, respeitando a soberania do Brasil.
— É importante destacar que a mineração de alto custo exige investimentos de altíssimo vulto, com tempo de maturação significativo, o que exige uma previsibilidade para todos os players — observou. Ele criticou, porém, a criação de um conselho com poderes de controle de transações societárias no projeto aprovado na Câmara, o que geraria insegurança jurídica.
Representando o Ministério de Minas e Energia (MME), Ana Paula Lima Vieira Bittencourt, secretária nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, destacou que a premissa fundamental para o desenvolvimento do setor deve ser aproveitar os recursos naturais que o país dispõe de maneira soberana e gerar riqueza para a população. Isto significa a possibilidade que o país tem de escolher até onde vai esta cadeia produtiva, quem vão ser os parceiros estratégicos, e a criação de um ambiente econômico propício. Ela reforçou que os interesses e investimentos privados são a mola propulsora do setor mineral no Brasil.
— Como que nós vamos equilibrar a necessidade indispensável destes investidores, na medida em que o Estado brasileiro sequer teria fôlego para fazer isso diretamente, nós sabemos disso. Quanto de recursos são necessários para que a gente consiga tirar do chão, digamos assim, um projeto de terras raras, quiçá se a gente for considerar todo potencial mineral que tem no Brasil e se a gente considerar que o estado brasileiro teria que ser o único protagonista nisto. Não, sabemos ser indispensável esta parceria com este capital — defendeu.
Ela afirmou que insumos minerais que são indispensáveis para tecnologia hoje podem não ser amanhã, e que um ativo que é grande para o Brasil hoje pode deixar de ser no futuro se o país não conseguir aproveitar a oportunidade de agora.
Já Maria Tereza Almeida Cunha de Castro, especialista em políticas e indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), lembrou que a mineração é a base de toda a indústria, e que os projetos em discussão no Senado integram a agenda legislativa da indústria. Ela reforçou que o momento é fundamental para o país avançar e não perder a oportunidade de se destacar no setor. Ela trouxe ainda exemplos de boas iniciativas de convergência na pesquisa e tecnologia do país já vigentes, como o projeto MAGBRAS, na separação e terras raras, em parceria com o Senai.
Enio Rodrigues, diretor-executivo do Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não Ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel), trouxe exemplos práticos da cadeia do cobre, que é estratégico para o Brasil e o mundo. Cotado na bolsa de Londres por US$14 mil dólares a tonelada, há um ano atrás o insumo estava a US$ 9.500, aumento de 50% nos últimos meses, encarecendo a cadeia e dificultando a indústria nacional que depende do insumo. Além disso, observou que a demanda cresce absurdamente e que a tendência é ficar incontrolável se o Brasil não administrar bem o recurso, indispensável entre outros, para data centers e carros elétricos.
— A cada carro elétrico fabricado, 48 kg de cobre vão estar lá dentro de algum tipo de cabo, de algum tipo de transmissão lá dentro. Imagina em um caminhão — exemplificou.
Silvia Cristina Alves França, diretora do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), afirmou que sem pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação não haverá agregação de valor na cadeia produtiva dos minerais críticos.
— Quando a gente fala dos países que se desenvolveram tecnologicamente e hoje são os grandes players mundiais na produção não apenas dos minérios, mas na produção dos produtos acabados de uso pela sociedade, para descarbonização, para alta tecnologia e para questão de defesa, a gente precisa entender que estes países Investiram fortemente em pesquisa, desenvolvimento e inovação, mas também na industrialização dos seus países, e nisso o Brasil está bastante para trás, e a gente tem então que dar passos mais largos para diminuir esta distância.
Ela disse que o projeto da Câmara prevê que 0,5%, da receita bruta dos minerais críticos e estratégicos devem ir para pesquisa e inovação, porcentagem abaixo dos países que possuem cadeias desenvolvidas, de acordo com a pesquisadora, que investem em média 1% da receita bruta.
Terras raras e minerais críticos
O projeto define minerais críticos como aqueles cuja disponibilidade está em risco devido a limitações na cadeia de suprimento, e cuja escassez poderia afetar setores considerados prioritários da economia nacional, como transição energética, segurança alimentar e nutricional ou segurança nacional.
Já os estratégicos são aqueles que têm importância para o Brasil em razão de o país possuir reservas significativas essenciais para a economia na geração de superávit comercial e desenvolvimento tecnológico ou para redução de emissões de gases do efeito estufa.
As terras-raras são um conjunto de 17 minerais usados como matéria-prima para setores considerados críticos, como mobilidade, defesa, eletrônica avançada e transição energética.
Túlio, térbio, gadolínio, cério, neodímio, disprósio, érbio, európio, lutécio, hólmio, lantânio, promécio, praseodímio, escândio, samário, ítrio e itérbio. Os 17 elementos conhecidos como terras raras são usados na produção de carros elétricos, turbinas eólicas, tecnologias de iluminação e sistemas militares. Classificados como minerais críticos, ao lado do cobalto, do lítio e do grafite, são essenciais para projetos de transição energética e de tecnologias de ponta, como painéis solares, smartphones e notebooks.
Listas e instrumentos
A lista brasileira de minerais críticos e estratégicos será atualizada periodicamente pelo governo federal e deve orientar o uso dos instrumentos de estímulo previstos, como:
- zonas de processamento de transformação mineral (ZPTMs);
- incentivos fiscais e creditícios;
- financiamentos específicos;
- parcerias público-privadas e consórcios de pesquisa.
A proposta também inclui cobre e minerais nucleares entre os estratégicos e introduz regras de rastreabilidade da cadeia mineral, com informações sobre origem, volume e agentes envolvidos.
Além disso, o projeto altera o Código de Mineração para acelerar o retorno de áreas disponíveis à exploração e impedir retenção especulativa, com a previsão da redução mínima de 50% da área autorizada na segunda prorrogação da pesquisa.
A política deverá ser regulamentada pelo Ministério de Minas e Energia e alinhada às diretrizes nacionais de transição energética e soberania tecnológica.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Após professores, garis, médicos e outros esperam por votação de piso salarial
Published
13 minutos agoon
28 de maio de 2026By
Da Redação
Nas últimas semanas, o Plenário do Senado virou palco de uma mobilização crescente: senadores de diferentes partidos têm pedido ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre, a votação de projetos que garantem piso salarial a categorias ainda sem remuneração mínima ou defasadas, como garis, enfermeiros e profissionais de educação. Davi prometeu convocar uma reunião de líderes para organizar as demandas e avaliar as fontes de financiamento, mas ainda não há data definida.
O movimento ganhou força durante os debates em torno da Medida Provisória (MP) 1.334/2026, aprovada nesta semana, que reajusta o piso dos professores da educação básica pública para R$ 5.130,63 em 2026. A tramitação de uma proposta que cria piso para os demais funcionários de escola também alimentou a discussão, e o tema da valorização salarial passou a aparecer com mais frequência nos microfones do Plenário.
Ao todo, o Senado concentra pelo menos 20 propostas entre projetos de lei e emendas à Constituição que tratam de remuneração mínima para diferentes categorias. A Constituição já garante aos trabalhadores o direito a um piso compatível com a complexidade de suas funções, mas a questão que trava o avanço dessas propostas é sempre a mesma: de onde virão os recursos.
O recado do presidente tem sido o mesmo a cada novo apelo: cautela. Davi Alcolumbre disse apoiar a valorização das categorias, mas insiste que a criação de pisos salariais precisa passar por negociação com os três níveis de governo e que as contas precisam fechar.
Reunião pode definir
Durante a sessão do último dia 20, ele anunciou que vai convocar uma reunião de líderes para organizar as demandas. Para o presidente, o encontro será antes de tudo uma chance de alinhar as fontes de financiamento.
— Muitas das vezes, as fontes que estão colocando para suprir a nova demanda da legislação são as mesmas. Então é bom a gente fazer a reunião para esclarecer quais são as fontes de receita que vão cobrir essas despesas — acrescentou.
Os salários dos profissionais da educação básica na rede pública são pagos por estados e municípios, principalmente com recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, principal mecanismo de financiamento da educação pública no país) e, quando necessário, com complementações da União. A preocupação de muitos gestores é não conseguir absorver os reajustes.
Em audiência pública na comissão mista que analisou a MP, o prefeito de Muriaé (MG) e integrante da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos, Marcos Guarino, relatou que em muitas prefeituras o Fundeb se esgota antes do fim do ano.
— O grande problema que a gente sente é que, quando chegam setembro e outubro, o dinheiro do Fundeb praticamente já acabou. A gente acaba investindo muito mais do que os 25% de educação, muito mais do que os 15% de saúde, e mais a folha. Quer dizer, o município vai ficando muito estrangulado — afirmou.
Magistério
Aprovada na terça-feira (26), a MP1.334/2026 foi editada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 22 de janeiro e fixou o piso dos professores da educação básica pública em R$ 5.130,63 para 2026 — alta de 5,4% sobre os R$ 4.867,77 de 2025, com ganho real de 1,5 ponto percentual acima da inflação medida pelo INPC. O texto também muda o critério de atualização do piso.
Como o texto foi alterado pela relatora, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), a MP 1.334/2026 foi convertida no PLV 4/2026 e seguiu para sanção.
A relatora, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), incluiu emendas que ampliam o piso para professores temporários, exigem transparência na memória de cálculo e fixam expressamente o valor de R$ 5.130,63 no texto — para evitar judicialização. O impacto estimado da nova regra para 2026 é de R$ 6,4 bilhões, se cumprida por todos os entes federativos.
Funcionários de escolas
Enquanto o piso dos professores avança, merendeiras, auxiliares de limpeza e secretários escolares ainda aguardam uma definição. O PL 2.531/2021, aprovado pela Câmara em dezembro de 2025, propõe piso equivalente a 75% do piso do magistério — cerca de R$ 3.847 pelo valor atual — para profissionais de apoio das escolas públicas. O texto depende de votação no Senado.
A proposta mobilizou senadores na semana passada. Teresa Leitão (PT-PE) defendeu que a aprovação do piso do magistério abre caminho para os demais:
— Nós temos já um projeto de piso negociado que envolveu os entes estaduais e municipais. Portanto, a gente tem mais previsibilidade para votar o piso de quem não é do magistério — afirmou.
Omar Aziz (PSD-AM) reforçou o argumento:
— Nós reclamamos muito da qualidade da educação, mas a escola depende desde a pessoa com maior quantidade de títulos até quem está ali ajudando a mantê-la limpa e funcionando — disse.
Dorinha lembrou que, no caso da educação, há fonte específica de financiamento — o Fundeb —, o que tornaria viável uma implementação gradual:
— É possível fazer de maneira gradativa para que eles também tenham o seu piso assegurado.
Garis e margaridas
Na mesma sessão, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) voltou a pedir a votação do PL 4.146/2020, do senador Angelo Coronel (Republicanos-BA), que cria piso salarial de R$ 3.036 para garis e margaridas, trabalhadores que atuam na varrição, coleta de resíduos e acondicionamento de lixo em espaços públicos. O texto já foi aprovado pela Câmara e aguarda pauta no Senado.
Contarato tem sido um dos senadores mais insistentes pelo avanço da proposta, argumentando que a categoria presta um serviço essencial e segue desvalorizada.
— São homens e mulheres que trabalham na invisibilidade e que precisam dessa resposta. Eu quero me colocar à disposição para que a gente faça uma reunião o mais rápido possível para deliberar sobre esse projeto — disse o senador.
Médicos e cirurgiões-dentistas
Um dos projetos que mais avançou recentemente é o PL 1.365/2022, da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), que fixa em R$ 13.662 o piso de médicos e cirurgiões-dentistas para jornada de 20 horas semanais. Aprovado na CAS no dia 20, aguarda turno suplementar na comissão e segue para a Câmara (caso não haja recurso para votação no Plenário). Segundo o relator da proposta, senador Fernando Dueire (PSD-PE), o projeto corrige uma distorção histórica, já que a legislação que hoje trata da remuneração desses profissionais é de 1961.
— Valorizar médicos e cirurgiões-dentistas é reconhecer que a qualidade da saúde oferecida à população passa diretamente pela valorização de quem está na linha de frente — afirmou durante a votação na Comissão de Assuntos Sociais.
O caso ‘Enfermagem’
O caso da enfermagem talvez seja o exemplo mais emblemático da dificuldade de transformar esses projetos em medidas viáveis dentro do orçamento público. Em julho de 2022, o Congresso promulgou a Emenda Constitucional 124, criando o piso nacional da categoria. Semanas depois, a Lei 14.434/2022 fixou os valores: R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos e R$ 2.375 para auxiliares e parteiras.
O STF suspendeu a aplicação logo em seguida, por falta de indicação da fonte dos recursos. Em dezembro de 2022, o Congresso promulgou a Emenda Constitucional 127, prevendo repasses da União com recursos do Fundo Social e, em maio de 2023, Lula sancionou a Lei 14.581, abrindo crédito especial de R$ 7,3 bilhões. O piso finalmente entrou em vigor.
Hoje, no setor público, a União faz repasses complementares para garantir os valores mínimos. No privado, a aplicação é desigual e depende de negociação entre sindicatos e empregadores. O STF ainda não encerrou o julgamento sobre a constitucionalidade da lei.
No Senado, a PEC 19/2024 propõe que o cálculo do piso da categoria considere uma jornada de 36 horas semanais. Hoje, os valores da remuneração são calculados com base em uma jornada de 44 horas: quem trabalha menos recebe proporcionalmente menos. A proposta, já aprovada na CCJ, aguarda votação no plenário. A autora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), lembrou o custo humano da pandemia ao defender a proposta:
— Hoje é um dia histórico para o Brasil em relação aos profissionais de enfermagem. Nós perdemos centenas de profissionais para a covid. É uma reparação que a sociedade brasileira precisa fazer — disse durante a votação na CCJ.
Outros projetos em tramitação
Além das categorias citadas, outras também aguardam na fila. O Senado concentra propostas que vão de psicólogos e nutricionistas a conselheiros tutelares e policiais militares, em diferentes estágios de tramitação. Confira abaixo:
|
Categoria |
Proposta |
Piso previsto |
Situação |
|
Médicos cirurgiões-dentistas |
Incluir na CF |
Aguarda despacho |
|
|
Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais |
R$ 4.650 / 30h |
Aguarda análise de emendas |
|
|
Incluir na CF |
Pronta para votação na CCJ |
||
|
R$ 4.800 / 30h |
Aguarda relator na CCJ |
||
|
Psicólogos |
R$ 4.750 / 30h |
Pronta para votação na CDH |
|
|
Nutricionistas |
R$ 5.000 / 30h |
Aguarda despacho |
|
|
R$ 5.000 / 30h |
Aguarda despacho |
||
|
Operadores de telemarketing |
R$ 1.283,59 (valor de 2022) |
Com relator na CAS |
|
|
Técnicos e auxiliares em saúde bucal |
R$ 1.200 (valor de 2019) |
Aguarda providências na CAS |
|
|
R$ 2.588 |
Aguarda relator na CCJ |
||
|
Assistentes sociais |
R$ 7.315 / 30h |
Aguarda relator na CCJ |
|
|
Conselheiros tutelares |
4 salários mínimos |
Aguarda relator na CCJ |
|
|
Profissionais de saúde |
1 salário mínimo / 30h |
Aguarda despacho |
|
|
Profissionais de saúde |
Jornada de 36h |
Na CAE com relator |
|
|
Médicos veterinários |
R$ 7.800 / 44h |
Aguarda despacho |
|
|
Policiais militares e bombeiros |
Incluir na CF |
Aguarda despacho |
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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