POLÍTICA NACIONAL

Vai ao Plenário projeto que amplia representação empresarial na Sudeco

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A Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR) aprovou nesta terça-feira (12) projeto de lei complementar que amplia a representação de empresas no Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel). A matéria exige, no mínimo, um representante da classe empresarial de cada estado a ser representado: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. O texto segue agora para votação em Plenário. 

O PLP 257/2020, que altera a lei complementar que criou a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco – LC 129, de 2009), foi apresentado pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF) e recebeu parecer favorável do senador Wilder Morais (PL-GO). 

Izalci Lucas argumenta, ao justificar o projeto, que o regimento do Conselho prevê apenas um representante e suplente da classe empresarial, com atuação na Região Centro-Oeste, indicados pelas Federações da Agricultura, do Comércio ou da Indústria para compor o colegiado. 

Além disso, o autor ressalta que o representante tem mandato de um ano e ocorre um rodízio entre os estados, impedindo que as entidades empresariais de determinada unidade da federação tenham assento no Conselho por mais tempo.

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Para Wilder Morais, uma representação mais abrangente das entidades empresariais pode contribuir positivamente para a definição de objetivos e metas econômicas e sociais e para a elaboração de planos de desenvolvimento regional mais representativos dos anseios dos agentes econômicos da região. 

— Aqui nós somos quatro estados que fazemos parte do Centro-Oeste e hoje nós temos um representante que é eleito de três em três anos, ou seja, três anos nós ficamos sem representantes aí dentro do conselho, na área empresarial. Com esse projeto nós vamos ter um representante de cada estado, que pode dar uma dinâmica muito mais produtiva  para o desenvolvimento de toda a região. 

A votação foi conduzida pelo presidente da CDR, senador Marcelo Castro (MDB-PI). 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comparecimento às urnas é usado como prova de vida do INSS

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Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem às urnas nas eleições de outubro terão o registro da votação utilizado como uma das formas de comprovação de vida. Segundo o Ministério da Previdência Social, as informações sobre o comparecimento serão repassadas pela Justiça Eleitoral ao INSS e serão utilizadas no processo de prova de vida dos beneficiários.

A informação foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na terça-feira (22). O registro do comparecimento poderá ser usado sem a necessidade de o beneficiário procurar uma agência bancária ou do INSS especificamente para realizar a prova de vida. O comparecimento às urnas é uma das movimentações que podem ser utilizadas pelo instituto para confirmar que o beneficiário está vivo.

A possibilidade existe desde a publicação de uma portaria de 2022, que estabeleceu o uso de diferentes registros em bases de dados públicas e privadas para a comprovação de vida. O cruzamento de informações da Justiça Eleitoral com o INSS começou a ser realizado em 2024. Segundo o instituto, naquele ano foram considerados os registros de comparecimento às urnas de aproximadamente 21 milhões de beneficiários, resultando em cerca de 5 milhões de provas de vida atualizadas.

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O não comparecimento às urnas não provoca, por si só, a suspensão do benefício. O voto é facultativo para pessoas com mais de 70 anos, e o INSS continuará utilizando outras informações disponíveis nas bases de dados do governo para comprovar a vida do beneficiário, como atendimentos realizados e emissão de documentos. Segundo o TSE, o sistema biométrico estará disponível nas seções eleitorais nas eleições de 2026, mas a prova de vida do INSS não depende exclusivamente do comparecimento às urnas.

Senado Verifica

O Senado integra o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral por meio de protocolo firmado com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A parceria busca ampliar a divulgação de informações verificadas sobre as eleições, o funcionamento das urnas eletrônicas, a fiscalização do processo eleitoral, a apuração dos votos e as normas que orientam as campanhas.

O Senado Verifica recebe dúvidas dos cidadãos e verifica informações com base em fontes oficiais e consultas às áreas técnicas. No dia 4 de outubro, primeiro turno das eleições, o serviço terá atendimento especial das 9h às 17h pelo WhatsApp (61) 98190-0601.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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