Tribunal de Justiça de MT

Departamento da Corregedoria define planejamento estratégico e soluções para 2026

Publicado em

Com foco no alinhamento estratégico e na construção de soluções colaborativa nas frentes de painéis, fluxos de trabalho, inteligência artificial e automação a Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), promoveu entre os dias 19 e 21 de janeiro, a capacitação Imersão DAPI | Planejamento e Soluções para 2026.
O encontro reuniu 39 servidores do departamento com o objetivo de promover o alinhamento estratégico da unidade, fomentando a construção de soluções práticas voltadas aos desafios de 2026.
De acordo com o diretor do DAPI, Guilherme Felipe Shultz, a imersão buscou identificar os principais problemas e oportunidades, considerando as diretrizes do Prêmio CNJ de Qualidade, assim como estimulou a construção colaborativa de soluções viáveis nas frentes de painéis, fluxos de trabalho, inteligência artificial e automação.
“Dividimos a turma em cinco grupos de trabalho e pedimos que cada um criasse um projeto como premissa da possibilidade de execução da primeira fase em até 10 dias úteis. Com isso, o DAPI pode implementar rapidamente as propostas, assegurando viabilidade prática, agilidade na execução e geração de resultados em curto prazo”, detalhou.
A capacitação fortaleceu o engajamento da equipe e a cultura de inovação, com foco na melhoria da produtividade, na qualificação dos dados e no desenvolvimento de pessoas, reafirmando o compromisso do Tribunal de Justiça com a modernização e a eficiência da prestação jurisdicional.

Autor: Larissa Klein

Leia Também:  Portaria fortalece ações de sustentabilidade na Comarca de Nova Mutum

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Estatuto da Criança e Adolescente Digital amplia proteção na internet para o público infantojuvenil

Published

on

A internet está cada vez mais presente na vida de crianças e adolescentes, mas também exige atenção diante dos riscos que surgem no ambiente virtual. Para explicar como a nova legislação busca enfrentar esses desafios, o juiz Israel Tibes Wense de Almeida Gomes, da Comarca de Brasnorte, participou do podcast Prosa Legal, da Rádio TJ, e falou sobre o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, conhecido como ECA Digital.
O magistrado explicou que a Lei nº 15.211/2025 não substitui o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de 1990, mas atualiza a proteção integral para a realidade digital. “Assim como o ECA de 1990 sempre protegeu a criança na escola, na rua e dentro de casa, agora também busca protegê-la nas redes sociais, nos aplicativos, nos jogos eletrônicos e em todas as plataformas digitais”, afirmou.
Proteção e participação da família
Durante a entrevista, Israel Tibes destacou que cerca de 93% das crianças e adolescentes brasileiros entre 9 e 17 anos acessam a internet diariamente e que quase um terço deles já enfrentou alguma situação ofensiva, constrangedora ou incômoda no ambiente virtual. Para enfrentar esse cenário, a nova legislação prevê medidas como mecanismos mais seguros de verificação de idade, reforço da privacidade, combate à exposição de crianças a conteúdos inadequados, ações para reduzir o uso compulsivo de plataformas e jogos eletrônicos e a proibição das chamadas lootboxes (caixas de recompensa aleatórias) em jogos destinados ao público infantojuvenil.
O juiz também chamou atenção para os principais casos que chegam ao Poder Judiciário, como cyberbullying, crimes contra a dignidade sexual praticados pela internet, divulgação indevida de imagens e informações de adolescentes envolvidos em atos infracionais e exploração comercial da imagem de crianças nas redes sociais. Segundo ele, a produção de conteúdo monetizado por crianças, os chamados kidfluencers, passou a exigir autorização da Justiça da Infância e da Juventude.
Ao orientar pais e responsáveis, o magistrado ressaltou que a proteção começa dentro de casa. “Tecnologia não substitui a presença dos pais”, afirmou. Ele recomendou que as famílias acompanhem de forma ativa o que os filhos acessam, utilizem as ferramentas de supervisão parental disponíveis em celulares e aplicativos e mantenham diálogo constante sobre os riscos da internet, respeitando também a classificação indicativa de jogos e aplicativos.
Na conclusão da entrevista, Israel Tibes reforçou que qualquer suspeita de violência contra crianças e adolescentes, seja no ambiente virtual ou fora dele, deve ser comunicada ao Conselho Tutelar, à Vara da Infância e da Juventude, ao Ministério Público ou aos demais órgãos competentes. “A mensagem final que deixo é: proteção começa com atenção”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Leia Também:  Portaria fortalece ações de sustentabilidade na Comarca de Nova Mutum

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA