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Desembargador Rodrigo Curvo participa do 13º Encontro do Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais

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Desembargador Rodrigo Curvo sentado à mesa de debates do Colégio de Ouvidores Judiciários. Ele é um homem branco, magro, de olhos e cabelos escuros, usando camisa branca, paletó preto, gravata azul e crachá do evento.Representantes da Ouvidoria do Poder Judiciário de Mato Grosso participam do 13º Encontro do Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais, sediado em Manaus (AM), entre os dias 5 e 8 de novembro. A comitiva é composta pelo ouvidor-geral, desembargador Rodrigo Curvo, pelo juiz auxiliar Bruno D’Oliveira Marques e pela diretora do Departamento da Ouvidoria, Larissa Shimoya.

O evento é realizado pelo Colégio de Ouvidores Judiciais (Cojud) e pelo Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM).

A abertura dos trabalhos, na manhã desta quinta-feira (6), contou com a presença do presidente do Cojud, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Mauro Campbell, que classificou as Ouvidorias judiciais como as portas abertas do Judiciário para a cidadania.

“As Ouvidorias constituem uma nova forma de presença do Judiciário na vida das pessoas. Elas traduzem, em linguagem simples e acessível, a complexa estrutura de um Poder que, muitas vezes, é percebido como distante ou inacessível. As ouvidorias são, portanto, o contato mais direto da Justiça com a população. Quando um cidadão, de qualquer parte do país, aciona uma Ouvidoria Judicial, ele não está apenas exercendo um direito, ele está depositando sua confiança no Poder Judiciário. E essa confiança é o alicerce sobre o qual se ergue a legitimidade de qualquer instituição pública”, declarou o ministro.

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Para o ouvidor do PJMT, desembargador Rodrigo Curvo, o Cojud desempenha um papel fundamental para o aprimoramento do trabalho realizado pelas ouvidorias nos tribunais. “Por meio dele, compartilhamos práticas, discutimos desafios comuns e construímos soluções conjuntas que resultam em um serviço mais eficiente, transparente e próximo da sociedade”, diz.

O magistrado destaca ainda que as ouvidorias judiciais são hoje muito mais do que canais de atendimento: são instrumentos de cidadania. “Elas representam o compromisso do Judiciário com a escuta ativa, com o diálogo social e com a construção de uma Justiça cada vez mais acessível e responsiva às demandas do povo”, avalia.

Foto em plano aberto que mostra os representantes das Ouvidorias Judiciárias reunidos em uma grande mesa em formato de U, em um grande salão. Programação – Ao longo do encontro, estão previstas palestras com diversas autoridades do Judiciário e do Direito, como o conselheiro e ouvidor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Marcello Terto.

Nesta edição, as apresentações e debates tratarão sobre assuntos como Assédio e Discriminação; Reforma Tributária e o Direito Fundamental Econômico; Eficiência da Justiça; Ouvidoria e Participação Popular; Sistema Nacional para as Ouvidorias Judiciais; ESG no Poder Judiciário e Atuação da Ouvidoria do TJRN; Arte de Ouvir: fundamentos da escuta ativa na Ouvidoria Judicial; e Evolução Institucional das Ouvidorias de Justiça.

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Haverá ainda momentos de trocas de experiências entre representantes de todas as Ouvidorias Judiciais do país, Assembleia Geral e elaboração da Carta de Manaus, que encerrará o Encontro.

De acordo com o presidente do Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais, desembargador Altair de Lemos Júnior, o evento é a reafirmação do compromisso do Cojud com a escuta qualificada, a transparência e a promoção dos valores democráticos no serviço público. “A atuação das ouvidorias se destaca como elo vital entre o cidadão e a administração pública, e é esse propósito que nos reúne aqui: o aprimoramento do diálogo e o respeito à cidadania”, afirmou.

Fotos: Chico Batata/TJAM

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Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Congresso reúne magistrados e especialistas para discutir transformações nas relações familiares

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Visão geral de um auditório lotado com pessoas de pé. No palco iluminado, autoridades perfiladas diante de um grande painel com a bandeira do Brasil. Um tapete vermelho cruza o corredor central.Começou na quarta-feira (24) o Congresso IBDFAM Mato Grosso – “Entre a terra, os laços e os algoritmos: o futuro do Direito das Famílias e Sucessões”. Com programação até sexta-feira (26), o evento reúne especialistas de diversas áreas para debater os impactos sociais, jurídicos e tecnológicos nas relações familiares atuais.

Realizado com apoio do Poder Judiciário de Mato Grosso, o congresso acontece no auditório do Fórum de Cuiabá. Estão em debate temas como “As transformações das famílias e suas contratualizações”, “Instrumentos de planejamento sucessório no agronegócio”, “Luto e litigância: como fica a criança”, “Namoro qualificado e união estável – a instrumentalização”, entre outros.

O Congresso IBDFAM é considerado um dos principais eventos da área no estado e conta com a participação de magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), profissionais do Direito, acadêmicos e especialistas para debater temas atuais relacionados às famílias, sucessões e aos impactos das novas tecnologias nas relações humanas.

Mulher de óculos e camisa branca fala ao microfone em um púlpito com o logotipo do Congresso IBDFAM Mato Grosso. Ao lado, uma intérprete de Libras e, ao fundo, as bandeiras do Brasil e do estado.Representando o presidente do TJMT, José Zuquim Nogueira, a juíza auxiliar da Presidência, Christiane da Costa Marques destacou que o evento preenche uma lacuna de muitos anos sem um encontro dessa magnitude no estado. Para ela, esses encontros ajudam a preparar e melhorar todo o sistema de justiça para o atendimento das demandas da sociedade.

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“Precisamos estar preparados para acolher o cidadão, pois ninguém vai ao fórum se não para resolver alguma situação que está o ferindo. Saliento sempre que o ideal é que a gente consiga fazer com que as pessoas deixem a nossa presença melhor do que elas chegaram, menos sofridas. Por isso, é importante a participação efetiva de todos do sistema de justiça”, disse a magistrada.

Mulher de cabelo preso e blazer floral brilhante concede entrevista, falando ao microfone da TV Jus. Ao fundo, um painel do IBDFAM Mato Grosso com o tema do evento sobre o Direito das Famílias.A presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) de Mato Grosso, Emanouelly Costa Nadaf, destacou que há cerca de 11 anos não era realizado um congresso de direitos de família e sucessões no estado. Nesse contexto, ela enfatizou que o apoio do TJMT foi fundamental para que o projeto saísse do papel.

“O Judiciário de Mato Grosso realmente abraçou essa causa, enxergando a grandiosidade e o quanto este evento vai ser transformador para todos que atuam nessa área. Então, só temos a agradecer, porque sem o TJMT não teríamos a possibilidade de construir esse ambiente para debater temas tão necessários e urgentes”, afirmou Emanouelly.

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Uma das palestrantes do congresso é a juíza Angela Regina Gama da Silveira Gutierres Gimenez, titular da 1ª Vara Especializada da Família e Sucessões de Cuiabá. A magistrada abordará o tema “Namoro qualificado e união estável – a instrumentalização”. Para a juíza, eventos como este qualificam os magistrados e geram impactos positivos no atendimento da população.

“Quanto mais preparados estejam todos os operadores da rede judicial, maior será o impacto na comunidade em geral. Isso nos fortalece e abre as nossas visões para as múltiplas realidades. Nós desejamos e estamos trabalhando para esse aprimoramento da justiça e de todo o circuito judicial para que a nossa população seja atendida cada vez mais com eficiência”, argumentou.

Também estavam presentes na solenidade de abertura a diretora do Foro da Comarca de Cuiabá, juíza Hanae Yamamura de Oliveira, o juiz Jamilson Haddad Campos, que é vice-presidente do IBDFAM de Mato Grosso, magistrados e magistradas do Poder Judiciário de Mato Grosso.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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