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Expedição Araguaia Xingu leva palestras sobre adoção, violência doméstica e bullying para moradores

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A 6ª edição da Expedição Araguaia Xingu esteve durante dois dias na cidade de Gaúcha do Norte (581 km de Cuiabá) e, além dos atendimentos jurídicos e de cidadania, também promoveu palestras sobre adoção, enfrentamento à violência doméstica e familiar, bullying e cyberbullying, educação para o trânsito e inteligência emocional. Realizadas pela Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja-MT), Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no Âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso (Cemulher TJMT), Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), as reuniões tiveram como objetivo promover o acesso à informação, sensibilizar e orientar toda a comunidade sobre os temas abordados.
 
Na terça-feira, 5 de novembro, as servidoras do Tribunal de Justiça e os servidores do Governo do Estado se deslocaram até a Escola Estadual Gervásio dos Santos Costa e conversaram com adolescentes de 12 a 17 anos, que também puderam falar e serem ouvidos a respeito dos temas. Já na quarta-feira, 6 de novembro, foi a vez dos profissionais da saúde, conselheiros tutelares, profissionais da educação e demais moradores da cidade participarem das palestras que foram realizadas na Escola Municipal Bem Me Quer, onde também foram abordados os assuntos como inteligência emocional e trânsito seguro.
 
“Foi muito bom a gente ter tantos trabalhos sendo desenvolvidos aqui na nossa escola durante esses dias. As palestras foram verdadeiras capacitações para os profissionais e toda a comunidade”, disse a diretora da Emeb Bem Me Quer, Evanesa Dutra Leite.
 
Sobre as palestras – Em um esforço para conscientizar sobre o processo de adoção, a equipe da Ceja-MT destacou a importância de oferecer lares seguros e afetuosos para crianças e adolescentes que aguardam por uma família. As palestras abordaram o sistema de adoção, os critérios legais e a importância da preparação emocional e psicológica dos pretendentes à adoção. A ação buscou desmistificar o processo e sensibilizar a comunidade sobre a relevância da adoção como um ato de amor e responsabilidade social.
 
Já a Cemulher promoveu palestras sobre a violência doméstica e familiar, abordando formas de prevenção e enfrentamento. A Coordenadoria trouxe informações sobre o ciclo da violência, as consequências para as vítimas e as formas de apoio e denúncia disponíveis. Os participantes foram capacitados para identificar casos e orientar as vítimas a buscar ajuda.
 
A programação também incluiu uma abordagem específica para os adolescentes sobre bullying e cyberbullying, problemas que afetam diretamente o ambiente escolar e as relações digitais. As palestras abordaram as formas de agressão psicológica, os impactos emocionais na vida das vítimas e a responsabilidade que cada indivíduo tem em manter um ambiente de respeito e empatia. O objetivo foi promover a reflexão entre os jovens e incentivar uma cultura de respeito e inclusão tanto no ambiente escolar quanto nas redes sociais.
 
Os profissionais da educação também puderam participar de uma palestra sobre inteligência emocional, com o foco no papel dos educadores na construção de ambientes saudáveis e seguros para o desenvolvimento dos estudantes, além da valorização e reconhecimento de suas trajetórias pessoais para fortalecimento da saúde mental.
 
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#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem. Foto 1: servidores em pé a frente da sala de aula e estudantes sentados em suas carteiras prestando atenção ao que é abordado na palestra. Foto 2:a imagem mostra um grupo de pessoas sentadas em um arranjo circular em uma sala. Existem cerca de 15 pessoas que estão sentadas. Algumas estão segurando papéis ou folhetos.
 
Laura Meireles / Fotos: Alair Ribeiro  
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT  
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Projeto-piloto acolhe estagiários e aproxima estudantes da realidade do Judiciário

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Foto horizontal que mostra a estagiária de Direito Lavínia Darc do busto pra cima, sorrindo, durante entrevista. Ela é uma jovem negra, de cabelos lisos, presos e presos em rabo-de-cavalo, olhos castanhos escuros, usando blusa azul clara e brincos.Começar um estágio em uma instituição do porte do Poder Judiciário é uma experiência cercada de expectativas, descobertas e desafios. Para os estudantes que atuam nos Juizados Especiais de Cuiabá, esse início de jornada ganhou um apoio adicional com o Programa de Acolhimento e Formação Inicial dos Estagiários, iniciativa piloto da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT), por meio do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje).

A atividade reuniu 92 estagiários dos cursos de Direito, Tecnologia da Informação e Contabilidade que atuam nos Juizados Especiais e nas Turmas Recursais. A ação foi pensada para apresentar a estrutura do Judiciário, a segurança digital, orientar sobre rotinas de trabalho e facilitar a integração dos estudantes ao ambiente forense.

Para a estagiária de Direito Lavínia Darc, 21 anos, da Turma Recursal, o acolhimento facilita a adaptação ao ambiente de trabalho e amplia a compreensão sobre o funcionamento do Judiciário. “Eu acho uma recepção essencial e muito necessária para o estagiário. A mudança de ambiente pode gerar nervosismo e exige adaptação. Esse acolhimento ajuda a conhecer as pessoas, entender como funciona a instituição e compreender melhor o trabalho que vamos desenvolver. Na faculdade temos uma noção teórica, mas aqui conseguimos entender melhor como os setores se relacionam e como o trabalho de cada pessoa contribui para o resultado final.”

Foto horizontal em plano fechado do estagiário de Contabilidade Allan Rafael. Ele é um jovem de pele parda, olhos castanhos, cabelos castanhos, curtos e cacheados, usando óculos de grau, camiseta azul e sorrindo.Estagiário de Contabilidade, Allan Rafael Pinho, 19 anos, afirmou que o acolhimento facilita a adaptação dos novos integrantes. “Foi uma recepção muito boa. Recebemos orientações sobre o funcionamento das áreas e sobre onde buscar ajuda quando surgirem dúvidas. Como o Tribunal e o Fórum são ambientes muito grandes, esse acolhimento ajuda bastante quem está chegando.”

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O encontro foi conduzido pela diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, e contou com a colaboração da assessora do Daje, Graziela Cunha. Elas apresentaram a estrutura do Poder Judiciário de Mato Grosso, o funcionamento dos Juizados Especiais, os sistemas utilizados no dia a dia das unidades e orientações relacionadas à segurança da informação e ao uso das ferramentas institucionais.

A gestora-geral do Complexo dos Juizados Especiais, Maria de Lourdes Duarte, e o gestor administrativo responsável pelo programa de estágio curricular remunerado e de estágio probatório da Comarca de Cuiabá, Thyago Henrique Pogianelo Mendes, abordaram aspectos relacionados à rotina e postura no ambiente de trabalho, regras do estágio e esclareceram dúvidas dos participantes.

“Hoje temos um número elevado de estagiários e eles representam uma força de trabalho muito importante. É fundamental que se sintam acolhidos, orientados e seguros para desenvolver suas atividades. Esse trabalho idealizado pela Corregedoria certamente vai render muitos frutos”, analisou a juíza dirigente do Complexo e da 3ª Turma Recursal, Valdeci Moraes Siqueira.

Foto horizontal que mostra a juíza Valdeci Moraes Siqueira falando ao microfone da TV Justiça, durante entrevista. Ela é uma mulher branca, de cabelos castanhos, lisos, na altura dos ombros, usando camiseta rosa. atrás dela, há um telão com um QR code projetado.A magistrada também relembrou o período em que foi estagiária e ressaltou a importância dessa fase para a formação profissional. “Tudo o que aprendi naquela época eu carrego até hoje. O estágio é uma experiência que marca a vida da gente. Por isso considero esse acolhimento tão importante para quem está iniciando a trajetória profissional.”

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A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, explicou que a proposta nasceu da necessidade de aproximar os estudantes da instituição e facilitar a adaptação ao ambiente de trabalho. “É a primeira edição do acolhimento dos estagiários nos Juizados Especiais. A intenção é facilitar a jornada deles dentro do Poder Judiciário, mostrando onde eles estão, para que estão aqui e qual é o papel da unidade em que atuam.”

“Meu estágio ocorreu em 2005 e não havia nada parecido. Certamente teria sido um divisor de águas na minha vida profissional. Esse projeto busca oferecer esse abraço institucional para quem está começando”, disse ao recordar o início da própria trajetória profissional.

Foto horizontal que mostra a diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, em pé, falando ao microfone para os estagiários que estão sentados. Ela é uma mulher branca, de cabelos castanhos claros, lisos na altura dos ombros, usando blusa estilo colete bege de botões na frente. “O desembargador Lindote sempre veste a camisa junto com a equipe do Daje e permite que possamos colocar em prática projetos que fazem a diferença. Começamos de forma específica, mas sempre pensando em benefícios para todo o Poder Judiciário”, completou Shusiene ao agradecer ao corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, pelo apoio à iniciativa.

A expectativa do Daje é ampliar o projeto para outras unidades ligadas aos Juizados Especiais, fortalecendo a integração e a formação dos estudantes que iniciam a trajetória profissional no Poder Judiciário de Mato Grosso.

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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