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Inscrições para Corrida do Judiciário encerram nesta quinta-feira

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Termina nesta quinta-feira (25 de setembro) o prazo de inscrições para a 7ª edição da Corrida do Judiciário, evento promovido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso em parceria com a Associação Mato-Grossense de Magistrados (Amam).

As inscrições podem ser feitas pelo site da Acrono Esportes https://www.acronoesportes.com.br/eventos, empresa responsável pela organização técnica do evento.

A corrida será realizada em Cuiabá, no dia 9 de novembro, com largada às 6h30 em frente ao Fórum da Capital. O evento contará com percursos de 10 km e 5 km (corrida) e 2 km (caminhada), contemplando diferentes perfis de participantes, desde quem busca lazer e integração até os corredores mais experientes.

O evento tem como proposta incentivar hábitos de vida saudáveis, promover a integração entre magistrados, servidores e a comunidade, além de estimular a prática esportiva.

Kit do atleta e camiseta oficial

Os participantes receberão o kit do atleta, que inclui mochila, garrafinha, toalhinha de microfibra, barra de cereal e a camiseta oficial produzida pela marca Onng, referência em vestuário esportivo sustentável, cujo tecido tecnológico oferece proteção solar FPU 50+, com secagem rápida, antibacteriano e biodegradável, garantindo conforto, qualidade e responsabilidade ambiental.

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Valores e desconto

Os valores variam conforme o público-alvo: R$ 150,00 para a comunidade em geral, magistrados e servidores do Poder Judiciário, mais uma taxa administrativa de R$ 10,00 cobrada pela plataforma. Idosos (acima de 60 anos) têm direito a meia inscrição (R$ 75,00 mais a taxa de R$ 10,00 da administração do site). A inscrição de pessoas com deficiência (PCDs) é gratuita, mediante apresentação de atestado ou laudo médico emitido nos últimos 90 dias.

Premiação

Os atletas que competirem nos percursos de 5 km e 10 km poderão concorrer a troféus e prêmios em dinheiro.

  • 10 km – Público Geral: 1º lugar (R$ 800,00), 2º lugar (R$ 600,00) e 3º lugar (R$ 400,00).

  • 5 km – Público Geral: 1º lugar (R$ 600,00), 2º lugar (R$ 400,00) e 3º lugar (R$ 200,00).

  • Servidores e magistrados também serão premiados com troféus, em categorias específicas.

O coordenador da Corrida, desembargador Rodrigo Roberto Curvo, reforça o convite a todos os magistrados, servidores e ao público em geral para se unirem a essa celebração de saúde, cidadania e integração. “A Corrida do Judiciário é muito mais que um evento esportivo. É um momento de convivência, de celebração da vida saudável e de aproximação entre o Poder Judiciário e a sociedade. Convido a todos os colegas magistrados, servidores, familiares e toda a comunidade a vestir a camiseta, participar conosco e sentir a energia desse encontro. Mas não deixem para depois: as inscrições se encerram nesta quinta-feira. Esperamos por vocês!”.

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Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso “Pena Justa no Ciclo Penal” fortalece atuação humanizada no sistema penitenciário de MT

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Magistrados(as), servidores(as) e gestores(as) judiciais concluíram nos dias 29 e 30 de abril o primeiro módulo da capacitação “Pena Justa no Ciclo Penal”, promovida pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF), em parceria com a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) e Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso.

A formação integra a estratégia institucional voltada ao aperfeiçoamento da atuação judicial no sistema penal, com foco em práticas mais eficientes, humanizadas e alinhadas aos direitos fundamentais. Durante os dois dias de atividades presenciais, foram debatidos temas como medidas diversas da prisão, execução penal, políticas de cidadania, inspeções judiciais e atenção a populações com vulnerabilidade acrescida no ciclo penal.

O diretor da Esmagis-MT, desembargador Márcio Vidal destacou que a Esmagis e o Poder Judiciário cumprem papel essencial na formação continuada da magistratura e no aprimoramento institucional.

“A execução penal exige uma jurisdição mais consciente e comprometida com a realidade humana do sistema prisional. A formação é o caminho para que possamos refletir sobre nossas responsabilidades e buscar alternativas que efetivamente contribuam para a recuperação das pessoas. Não basta levar ao cárcere, é preciso discutir formas verdadeiras de recuperar e reeducar. Isso exige conhecimento, consciência e responsabilidade de todos nós”, comentou

Supervisor do GMF-MT, o desembargador Orlando de Almeida Perri ressaltou que a capacitação também busca ampliar a sensibilidade dos magistrados(as) diante da realidade prisional. “É muito importante promover cursos como este para conscientizar sobre a importância do sistema prisional. Precisamos enfrentar problemas graves e depende muito das atitudes e condutas dos magistrados para que possamos promover as melhorias necessárias”.

A formadora do curso, Laryssa Angélica Copack Muniz, juíza da Vara de Execuções Penais da Comarca de Curitiba e coordenadora Adjunta do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do Tribunal de Justiça do Paraná, conduziu os debates com foco na humanização da atuação judicial, no papel constitucional do sistema penal e na necessidade de construir respostas mais eficazes para a violência e a reincidência. Durante a capacitação, a magistrada abordou temas ligados à execução penal, medidas alternativas à prisão, reinserção social e o compromisso institucional de garantir direitos fundamentais também às pessoas privadas de liberdade.

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“O curso propõe uma reflexão sobre como juízes e juízas podem aperfeiçoar sua atuação criminal e na execução penal, contribuindo para reverter o estado inconstitucional reconhecido nas prisões brasileiras. Não existe sociedade sem reintegração. As pessoas privadas de liberdade retornarão ao convívio social, e cabe ao Estado criar condições para que voltem melhores do que entraram. Quando falamos em trabalho, estudo e dignidade no sistema prisional, falamos em segurança pública de verdade. Ressocializar também é proteger a sociedade”, destacou.

Participação ativa

Juiz da 3ª Vara Criminal de Sinop, Walter Tomaz da Costa avaliou que o curso trouxe reflexões importantes para o enfrentamento da superlotação carcerária.

“Mato Grosso vive uma realidade de superpopulação carcerária. O Programa Pena Justa enfatiza a ressocialização e tende a melhorar esse cenário, desde que haja sensibilização de todos os poderes envolvidos. E esta capacitação chega em um momento necessário, especialmente para comarcas que convivem diretamente com a superlotação carcerária. A formação permite que os magistrados compartilhem experiências e reflitam sobre caminhos possíveis. Em Sinop, por exemplo, a superlotação é uma realidade urgente, e precisamos de medidas que envolvam não apenas o Judiciário, mas também o Executivo”, contou

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Já a magistrada Edna Ederli Coutinho, integrante do Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias de Cuiabá e juíza cooperadora de Execução Penal, destacou a importância de enxergar o sistema penitenciário sob a perspectiva humana.

“Esses cursos são fundamentais porque trazem ao magistrado a reflexão de que a pessoa presa continua sendo um ser humano. A rotina do trabalho judicial muitas vezes nos aproxima da burocracia e nos distancia da dimensão humana do sistema prisional. Cursos como este ajudam a resgatar esse olhar. Precisamos ainda lembrar que toda pessoa privada de liberdade um dia retornará ao convívio social. Se o sistema não oferecer trabalho, estudo e condições de dignidade, a reincidência continuará afetando toda a sociedade”, ressaltou Edna Coutinho.

Formação alinhada às metas institucionais

A capacitação “Pena Justa no Ciclo Penal” integra diretrizes estratégicas relacionadas ao Prêmio CNJ de Qualidade 2026/2027 e busca fortalecer a atuação de magistrados(as), assessores(as) e gestores(as) judiciais no ciclo penal, especialmente nas áreas de fiscalização das unidades prisionais, aplicação de medidas alternativas e garantia de direitos fundamentais.

O próximo módulo será ofertado no período de 11 a 15 de maio, na modalidade EAD, com foco na prevenção à tortura e na saúde mental, também sob a responsabilidade da magistrada Laryssa Muniz.

O terceiro e último módulo será promovido no dia 18 de maio de 2026 e tratará do tema “Audiência de Custódia”, tendo como formadores o juiz Marcos Faleiros da Silva e o servidor Marcos Eduardo Moreira Siqueri.

Autor: Ana Assumpção

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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