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Judiciário de Mato Grosso sedia 18º Fórum Nacional de Mediação e Conciliação

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O Poder Judiciário de Mato Grosso sedia o 18º Fórum Nacional de Mediação e Conciliação – Fonamec, entre os dias 26 e 28 de novembro, em Chapada dos Guimarães. Composto por presidentes, coordenadores e membros de Núcleos Permanentes de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemecs), bem como magistrados coordenadores de Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, o fórum tem como objetivo principal promover discussões e disseminar boas práticas para aprimorar os trabalhos prestados à sociedade.

Realizado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), o 18º Fonamec contará com uma programação intensa de palestras, oficinas e debates. O destaque deste ano será o lançamento do Prêmio Consensualidade, criado pelo Nupemec do Tribunal de Justiça de Mato Grosso para estimular a criação de soluções criativas e desempenhos de excelência na aplicação dos métodos consensuais de solução de conflitos entre magistrados, mediadores e conciliadores.

Recepção e abertura

Na quarta-feira (26), os participantes poderão fazer o credenciamento a partir das 16h30. A solenidade de abertura será às 18h, seguida do painel intitulado “Raízes de aroeira: do diálogo à restauração”, que terá como expositora a desembargadora do TRF 3 e conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Mônica Autran Machado Nobre. Ela irá palestrar sobre o “Panorama da Política Judiciária da Solução Apropriada de Conflitos”.

Outro expositor deste painel será o desembargador do TRT/RJ e conselheiro do CNJ, Alexandre Teixeira de Freitas Bastos Cunha, que proferirá palestra com o tema “Justiça Restaurativa e o Conselho Nacional de Justiça: uma Política Pública Necessária à Pacificação de Conflitos”. O moderador do painel de abertura será o presidente do Fonamec e desembargador do TJ de Pernambuco, Erik de Souza Dantas Simões.

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Programação – segundo dia

Na quinta-feira (27), a programação é vasta, começando às 8h45 com o lançamento do Prêmio Consensualidade, que pretende valorizar e dar visibilidade às iniciativas e ao bom desempenho dos Centros

Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania – Cejuscs e dos mediadores judiciais credenciados.

A manhã contará com dois painéis. O primeiro, às 9h, terá como expositores os desembargadores Humberto Dalla Bernardina de Pinho (TJRJ) e Mário Roberto Kono de Oliveira (TJMT), que proferirão palestras com os temas “O STJ e os Enunciados que Orientam a Mediação e a Arbitragem” e “Autocomposição e Direito Administrativo: Novos Paradigmas na Gestão do Interesse Público”, respectivamente. A moderadora será a juíza Marília Garcia Guedes (TJDF).

O painel marcado para as 10h40 trará a palestra “Consensualismo e Segurança Jurídica: o Papel das Mesas Técnicas na Governança da Saúde”, que será proferida pelos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) Valter Albano e Guilherme Maluf, com moderação do secretário-geral do TJMT, juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior.

Ainda na quinta-feira (27), no período da tarde, estão previstos três painéis. Às 13h30, o juiz do TJMG Juliano Carneiro Veiga abordará o tema “15 Anos da Resolução 125/2010 do CNJ: Avanços e Desafios”, e a doutoranda em Direito pela USP Danieli Rocha Chiuzuli fará palestra com o tema “Presente e Futuro da Mediação Judicial no Brasil: Balanço das Políticas Judiciárias da Resolução 125/2010 do CNJ e Agenda de Desafios”. A juíza do TJMT e auxiliar da Presidência do CNJ, Viviane Brito Rebello, será a moderadora.

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Às 14h50, o painel contará com duas palestras: a primeira com o tema “Objetivos da Política Judiciária Nacional de Tratamento Adequado dos Conflitos de Interesses: Avanços e Retrocessos”, com a juíza do TJSP Valéria Ferioli Lagrasta, enquanto a segunda abordará “O Papel Estratégico dos Nupemecs no Sistema de Justiça Multiportas”, tendo como expositora a juíza coordenadora do Nupemec/TJMT, Cristiane Padim da Silva. A desembargadora do TJMT, Clarice Claudino da Silva fará a moderação.

Finalizando os trabalhos do segundo dia do Fórum, às 17h30 o desembargador Roberto Portugal Bacellar (TJPR) proferirá a palestra “A Mediação, o Tratamento de Conflitos e a Provenção (prevenção-pró) de Litígios”, com moderação do juiz do TJ de Goiás Eduardo Peruffo.

Encerramento e oficinas

O último dia do 18º Fonamec começará com a reunião administrativa para dirimir questões internas do Fórum, na manhã do dia 28 de novembro. Às 9h, haverá oficinas e grupos focais com os formadores da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira (Enfam), o juiz Vladimir Santos Vitovsky (TRF2) e o pedagogo Fernando de Assis Alves, e com a equipe da Fundação Getúlio Vargas.

O encerramento do evento será às 11h, com a cerimônia de premiação dos Cejuscs e mediadores judiciais do Poder Judiciário de Mato Grosso.

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Autor: Celly Silva

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de Mato Grosso inicia programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais

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O Poder Judiciário de Mato Grosso iniciou nesta segunda-feira (15) a programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais. Preparadas por meio do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (DAJE), vinculado à Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT), as atividades incluem capacitação, reconhecimento de boas práticas e discussões sobre o presente e futuro dos Juizados Especiais.

Colocando em pauta o tema “Fortalecer os Juizados Especiais é fortalecer a Justiça”, a mobilização nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça e operacionalizada pelos tribunais segue até a próxima sexta-feira (19). Em Mato Grosso, a abertura da programação foi realizada no Complexo dos Juizados Especiais Desembargador José Silvério Gomes, em Cuiabá.

Em sua fala aos mais de setecentos participantes, entre presenciais e virtuais, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira fez questão de agradecer todos os integrantes do sistema de juizados pela dedicação e amor empenhados diariamente. Segundo ele, esse é um sistema que potencializa o atendimento das demandas reprimidas.

“Demandas reprimidas exigem prontidão, comprometimento e celeridade. Vivemos um tempo em que não se admite mais um juiz dentro de uma redoma. Deve haver participação na sociedade, para que nós possamos fortalecer todo o nosso sistema judiciário. Por isso, externo aos integrantes dos Juizados Especiais a minha gratidão e alegria de participar deste momento”, disse Zuquim.

Pioneirismo

O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote enfatizou a importância dos Juizados Especiais para a sociedade e para o Judiciário. Nesse contexto, apontou que Mato Grosso sempre foi pioneiro, sendo um dos primeiros no país a implantar esse modelo e se destacando desde que o sistema ainda era chamado de “Juizado de Pequenas Causas”.

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“Essa é a porta de entrada do cidadão no Judiciário. É onde se julga a maioria das ações sem custos e de pequenos valores. É um modelo que garante acesso a todos os cidadãos, principalmente os mais carentes, resolvendo problemas que, às vezes, são pequenos para o Judiciário, mas de valor inestimável para as pessoas que recebem a prestação do serviço”, comentou.

Para o presidente do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais de Mato Grosso, desembargador Sebastião de Arruda Almeida, a Semana Nacional permite um momento de reflexão sobre o passado e o futuro. “O valor que os Juizados Especiais alcançaram é graças ao trabalho de pioneirismo, resistência e por vontade que esse sistema tivesse a dimensão que hoje tem”, lembrou o desembargador.

O desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, um dos entusiastas dos Juizados Especiais, reforçou a importância desse trabalho. “Continuem acreditando nos Juizados Especiais, pois muitas pessoas precisam dessa prestação jurisdicional. E, muitas vezes, não é só ação, é uma comunicação, é uma conversa com essas pessoas que a gente resolve o caso dela”, afirmou.

Programação

A programação contou com palestras ministradas por juízes e juízas que atuam nos Juizados Especiais de Mato Grosso. Também foram apresentados projetos como o Programa de Acolhimento e Formação Inicial dos Estagiários, a Exposição Permanente dos Juizados Especiais, o Espaço Colaborativo dos Juízes Leigos e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania dos Juizados Especiais do Estado de Mato Grosso (Cejusc dos Juizados Especiais Estadual).

Além disso, foi inaugurada a exposição, que se tornará permanente, “Juizados Especiais de Cuiabá”, que conta com arquivos físicos, equipamentos, togas e outros materiais que contam a história dos Juizados Especiais de Mato Grosso. Também fez parte das atividades desta segunda-feira o lançamento do livro “Uma Justiça, Muitos Brasis”, que tem como coautora a juíza Patrícia Ceni, do Juizado Especial do Torcedor de Cuiabá.

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“O CNJ fez com que nacionalmente fosse realizada, nesta semana, a III Semana Nacional dos Juizados Especiais. É um evento que nos traz grandes reflexões e várias atividades estão sendo implementadas. Temos treinamentos com conciliadores, melhoria nos espaços dos juízes leigos, reuniões e divulgação dos nossos trabalhos”, relatou a dirigente do Complexo dos Juizados Especiais, juíza Valdeci Moraes Siqueira.

Registro de presenças

Participaram da solenidade de abertura o presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Mário Roberto Kono, a desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o coordenador do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais, juiz Érico de Almeida Duarte, a presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), Jaqueline Cherulli, juízes auxiliares da Presidência do TJMT, juízes auxiliares da Corregedoria-Geral da Justiça e a defensora pública-geral do Estado de Mato Grosso, Maria Luziane Ribeiro de Castro.

Também fizeram pronunciamentos de forma virtual o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e a conselheira Andréa Cunha Esmeraldo, coordenadora do Comitê Nacional dos Juizados Especiais (Conaje/CNJ).

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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