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Judiciário de MT inicia construção do Planejamento Estratégico Participativo

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O Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) deu início, nesta quinta-feira (5), ao processo de elaboração do Planejamento Estratégico Participativo 2027-2032. A abertura dos trabalhos ocorreu por meio de um webinário que reuniu integrantes da alta administração do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, magistrados e servidores, marcando o primeiro passo de uma jornada que será construída de forma colaborativa nos próximos meses.

Durante a abertura, o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, destacou que o planejamento estratégico vai além de um instrumento administrativo e representa um compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população.

“O planejamento estratégico não é apenas um instrumento formal de gestão. Ele representa um compromisso público com a sociedade, que espera de nós uma Justiça cada vez mais séria, acessível, inovadora e sensível às transformações sociais”, afirmou.

Autoridades do Tribunal participam de reunião estratégica em sala institucional, acompanhando apresentação exibida em grande monitor. O encontro debate diretrizes e metas do planejamento estratégico do Judiciário mato-grossense.Segundo o presidente, o Judiciário vive um período de mudanças profundas em diferentes dimensões — tecnológicas, econômicas e sociais — o que torna o planejamento uma ferramenta essencial para orientar decisões institucionais.

“Planejar é definir posicionamento, priorizar escolhas e fortalecer nossa identidade institucional. Queremos um planejamento estruturado, participativo e orientado à execução, traduzido em objetivos claros, indicadores consistentes e projetos prioritários que gerem resultados concretos”, ressaltou.

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Construção coletiva

O secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, enfatizou que o sucesso do planejamento depende diretamente da participação ativa de magistrados, servidores e equipes técnicas.

“Temos uma equipe amadurecida e esse amadurecimento está refletido nos planejamentos anteriores. Esperamos um planejamento que dialogue com o momento que vivemos e com a perspectiva de futuro que queremos construir para o Judiciário”, pontuou.

Desafios e visão de futuro

O coordenador da Coordenadoria de Planejamento (Coplan), Afonso Maciel, destacou que o processo estratégico exige reflexão sobre os desafios que o Judiciário enfrentará nos próximos anos e sobre o papel institucional diante dessas mudanças.

Ele explicou que o planejamento será conduzido com apoio metodológico especializado para garantir consistência técnica na elaboração das estratégias.

“Que Judiciário queremos construir entre 2027 e 2032? Quais transformações precisamos antecipar dentro da nossa organização para responder ao futuro que se apresenta? Responder a essas perguntas exige não apenas reflexão de quem conhece o nosso negócio, magistrados e servidores, mas também método”, afirmou.

Planejamento de Gestão de Pessoas é inédito

Uma das novidades deste ciclo estratégico será a elaboração de um Planejamento Estratégico para a Gestão de Pessoas (PEGP), iniciativa inédita no Judiciário mato-grossense.

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A proposta amplia o olhar institucional sobre magistrados, servidores e equipes que sustentam a prestação jurisdicional em todo o estado, buscando fortalecer competências, organizar políticas de desenvolvimento e alinhar a gestão de pessoas às diretrizes estratégicas do tribunal.

Também acompanharam a abertura dos trabalhos a juíza auxiliar da Presidência, Christiane da Costa Marques Neves; a diretora-geral do TJMT, Andrea Marcondes; e a vice-diretora-geral do Tribunal, Renata Bueno.

Próximas etapas

A previsão é que o trabalho de elaboração do planejamento estratégico ocorra ao longo de aproximadamente seis meses, envolvendo diferentes fases de diagnóstico, construção de diretrizes e definição de objetivos estratégicos.

O planejamento do TJMT também seguirá alinhado aos macrodesafios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o Poder Judiciário brasileiro, que incluem temas como garantia dos direitos fundamentais, agilidade e qualidade da prestação jurisdicional, fortalecimento da comunicação institucional, melhoria da gestão de pessoas, inovação tecnológica e aperfeiçoamento da governança.

Imagens: Maycon Xavier

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Congresso reúne magistrados e especialistas para discutir transformações nas relações familiares

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Visão geral de um auditório lotado com pessoas de pé. No palco iluminado, autoridades perfiladas diante de um grande painel com a bandeira do Brasil. Um tapete vermelho cruza o corredor central.Começou na quarta-feira (24) o Congresso IBDFAM Mato Grosso – “Entre a terra, os laços e os algoritmos: o futuro do Direito das Famílias e Sucessões”. Com programação até sexta-feira (26), o evento reúne especialistas de diversas áreas para debater os impactos sociais, jurídicos e tecnológicos nas relações familiares atuais.

Realizado com apoio do Poder Judiciário de Mato Grosso, o congresso acontece no auditório do Fórum de Cuiabá. Estão em debate temas como “As transformações das famílias e suas contratualizações”, “Instrumentos de planejamento sucessório no agronegócio”, “Luto e litigância: como fica a criança”, “Namoro qualificado e união estável – a instrumentalização”, entre outros.

O Congresso IBDFAM é considerado um dos principais eventos da área no estado e conta com a participação de magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), profissionais do Direito, acadêmicos e especialistas para debater temas atuais relacionados às famílias, sucessões e aos impactos das novas tecnologias nas relações humanas.

Mulher de óculos e camisa branca fala ao microfone em um púlpito com o logotipo do Congresso IBDFAM Mato Grosso. Ao lado, uma intérprete de Libras e, ao fundo, as bandeiras do Brasil e do estado.Representando o presidente do TJMT, José Zuquim Nogueira, a juíza auxiliar da Presidência, Christiane da Costa Marques destacou que o evento preenche uma lacuna de muitos anos sem um encontro dessa magnitude no estado. Para ela, esses encontros ajudam a preparar e melhorar todo o sistema de justiça para o atendimento das demandas da sociedade.

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“Precisamos estar preparados para acolher o cidadão, pois ninguém vai ao fórum se não para resolver alguma situação que está o ferindo. Saliento sempre que o ideal é que a gente consiga fazer com que as pessoas deixem a nossa presença melhor do que elas chegaram, menos sofridas. Por isso, é importante a participação efetiva de todos do sistema de justiça”, disse a magistrada.

Mulher de cabelo preso e blazer floral brilhante concede entrevista, falando ao microfone da TV Jus. Ao fundo, um painel do IBDFAM Mato Grosso com o tema do evento sobre o Direito das Famílias.A presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) de Mato Grosso, Emanouelly Costa Nadaf, destacou que há cerca de 11 anos não era realizado um congresso de direitos de família e sucessões no estado. Nesse contexto, ela enfatizou que o apoio do TJMT foi fundamental para que o projeto saísse do papel.

“O Judiciário de Mato Grosso realmente abraçou essa causa, enxergando a grandiosidade e o quanto este evento vai ser transformador para todos que atuam nessa área. Então, só temos a agradecer, porque sem o TJMT não teríamos a possibilidade de construir esse ambiente para debater temas tão necessários e urgentes”, afirmou Emanouelly.

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Uma das palestrantes do congresso é a juíza Angela Regina Gama da Silveira Gutierres Gimenez, titular da 1ª Vara Especializada da Família e Sucessões de Cuiabá. A magistrada abordará o tema “Namoro qualificado e união estável – a instrumentalização”. Para a juíza, eventos como este qualificam os magistrados e geram impactos positivos no atendimento da população.

“Quanto mais preparados estejam todos os operadores da rede judicial, maior será o impacto na comunidade em geral. Isso nos fortalece e abre as nossas visões para as múltiplas realidades. Nós desejamos e estamos trabalhando para esse aprimoramento da justiça e de todo o circuito judicial para que a nossa população seja atendida cada vez mais com eficiência”, argumentou.

Também estavam presentes na solenidade de abertura a diretora do Foro da Comarca de Cuiabá, juíza Hanae Yamamura de Oliveira, o juiz Jamilson Haddad Campos, que é vice-presidente do IBDFAM de Mato Grosso, magistrados e magistradas do Poder Judiciário de Mato Grosso.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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