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Núcleo de Jurisprudência fortalece coerência e segurança jurídica no TJMT

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Logotipo em fundo azul-marinho com o ícone da balança da justiça à esquerda. À direita, o texto O Núcleo de Jurisprudência (NJ) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso consolidou, em 2025, um papel essencial na promoção da uniformização de entendimentos e no fortalecimento da segurança jurídica no estado. Criado pela Lei Estadual nº 12.750/2024, o Núcleo se tornou um instrumento estratégico de gestão do conhecimento jurídico, contribuindo diretamente para decisões mais previsíveis, coerentes e eficientes.
Mais do que coletar julgados, o Núcleo trabalha na pesquisa, análise e organização de informações que orientam a padronização da jurisprudência. Uma de suas atribuições centrais é identificar divergências entre decisões dos órgãos julgadores, permitindo que o Tribunal avance na harmonização de entendimentos e na melhoria contínua da prestação jurisdicional.
Serviços institucionais para apoiar a uniformização
O Núcleo oferece dois serviços institucionais fundamentais que facilitam o acesso à jurisprudência e auxiliam magistrados, servidores e operadores do Direito.

1. Ementário Eletrônico
Publicação mensal que reúne julgados relevantes do Tribunal, organizados por ramo do Direito, tema e assunto. O formato digital torna a consulta rápida e acessível, permitindo o acesso direto ao inteiro teor dos acórdãos.
2. Serviço de Apoio à Uniformização da Jurisprudência
O serviço funciona em cooperação com a Comissão de Jurisprudência, o NUGEPNAC e o Centro de Inteligência (CIPJ-MT). Seu objetivo é organizar e sistematizar entendimentos por meio de estudos técnicos, com vistas a formação de precedentes qualificados, como:
• Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs);
• Incidentes de Assunção de Competência (IACs);
• Súmulas e enunciados orientativos;
• Notas técnicas e demais materiais relevantes.
Esse trabalho conjunto fortalece a coerência decisória do Tribunal e oferece suporte técnico aos julgadores.
Mapeamento estratégico para mais segurança jurídica
O Núcleo de Jurisprudência também realiza o mapeamento de decisões pacificadas e de demandas repetitivas. Essa análise é essencial para orientar o tratamento mais eficiente de casos semelhantes e indicar pontos de atenção na atuação jurisdicional.
Essa estrutura ganhou ainda mais força em 2025 com a criação, pela Coordenadoria Judiciária, do Departamento de Jurisprudência e Assistência ao Julgamento, que ampliou o suporte técnico ao Segundo Grau e reforçou o papel estratégico do Núcleo dentro da gestão judiciária.

Autor: Vitória Maria Sena

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

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Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

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O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

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Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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