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Tribunal de Justiça incentiva cadastro no Repositório Nacional de Mulheres Juristas do CNJ

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Magistradas e servidoras do Poder Judiciário de Mato Grosso, e juristas em geral, podem se cadastrar no Repositório Nacional de Mulheres Juristas, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem como finalidade disponibilizar uma relação de mulheres das carreiras jurídicas com expertise nas diferentes áreas do Direito e, dessa forma, promover a igualdade de gênero no ambiente institucional e incentivar a participação feminina nos cargos de chefia e assessoramento em bancas de concurso e como expositoras em eventos institucionais. 
 
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio do Comitê de Equidade de Gênero, está em campanha para aumentar a participação de mulheres juristas mato-grossense no Cadastro Nacional. 
 
“As servidoras do Poder Judiciário, as juízas, as defensoras públicas, as advogadas que têm trabalho na área jurídica, seja de mestrado, doutorado, especializações, todas podem se cadastrar no Repositório de Mulheres Juristas, como incentivo mesmo de participação da mulher na área acadêmica do Direito. A Resolução 540/2023 do CNJ prevê, inclusive, que nas bancas, nas palestras, nos congressos, as mulheres que estão nesse repositório sejam convidadas para compor as mesas. Isso está dentro da Política Nacional de Equidade de Gênero, estabelecida pelo CNJ desde 2018. A primeira resolução do CNJ sobre esse tema, a 255/2018, já estabeleceu a necessidade da equidade de gênero entre homens e mulheres na participação do Poder Judiciário em todos os níveis, cargos de chefia, juízes auxiliares, nas direções de fórum, na composição dos eventos, dos vários segmentos que a gente trabalha, que a mulher jurista venha participar”, afirma a desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo, presidente do Comitê de Equidade de Gênero do TJMT. 
 
Ela afirma que o objetivo principal é reconhecer e dar visibilidade à produção intelectual das mulheres que compõem o sistema de justiça brasileiro. “O que se busca aqui é visibilidade do trabalho delas, porque um trabalho de mestrado, de doutorado, todo mundo sabe que é um esforço hercúleo. Então ele tem que ser valorizado! E o Repositório de Mulheres Juristas é justamente no sentido de valorizar esse esforço que as mulheres têm feito na área acadêmica”, diz a magistrada.
  
Com currículo vasto e já cadastrada no Repositório Nacional de Mulheres Juristas, a juíza Amini Haddad Campos, titular da Vara Especializada de Execução Fiscal de Cuiabá e membro do Comitê de Equidade de Gênero no Poder Judiciário de Mato Grosso, defende a iniciativa. “É imprescindível! É muito importante que o Poder Público, não só o Judiciário, venha dar visibilidade ao trabalho de mulheres. Nós sabemos que são várias as questões sociais e as vozes femininas precisam ser, de fato, ouvidas. Nós falamos aí em trabalhar os conceitos de comunidade, de interesse público. Então a ausência de mulheres é prejudicial. Nós estamos falando de pessoas em suas comunidades, de valores comunitários, e as mulheres participam, fazem parte dessa projeção. É importante o Cadastro, sim! Dar visibilidade à formação de mulheres, à contribuição de mulheres na sociedade, trazer o trabalho relevante de cada uma delas em relação à atuação e o interesse público é fundamental!”, comenta.
 
Saiba como se cadastrar – No portal do Tribunal de Justiça, está disponível um link para realizar o cadastro, bem como consultar o Repositório. Saiba como encontrar:
 
1 – Na página inicial do portal do TJMT, role o mouse até o final e clique no banner do Comitê de Equidade de Gênero;
 
2 – Clique em “Repositório Nacional de Mulheres Juristas”;
 
3 – Clique em “Cadastre-se aqui” para inserir seus dados na plataforma ou em “Acesse aqui o repositório” para verificar as informações já disponíveis;
 
4 – Ao clicar em “Cadastre-se aqui”, a pessoa será direcionada para o formulário, composto por 20 questões sobre dados pessoais, identidade de gênero, raça/cor, escolaridade, área de atuação científica e instituição/segmento em que atua e vínculo empregatício atual (neste quesito, é importante que a resposta padrão seja TJMT). 
 
  
No Repositório de Mulheres Juristas, há uma enorme gama de informações disponíveis para consulta. Todas relativas à participação feminina no campo jurídico brasileiro.
 
O Repositório é uma forma de dar cumprimento à Política de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário, regulamentada pela Resolução nº 255/2018 do CNJ e alterada pela Resolução nº 540/2023 do CNJ, que determina que o Judiciário deve manter um Repositório Nacional de Mulheres Juristas, uma espécie de banco de dados on-line, de inscrição voluntária e que ficará abrigado no Portal do CNJ. 
 
Em caso de dúvidas em relação ao cadastramento, o Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ pode ser acessado pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (61) 2326-5266/5268. Mais informações são obtidas na Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso ou ainda na Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
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#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: desembargadora Vandymara Galvão concede entrevista à TV.Jus, sentada na poltrona do seu gabinete. Ela é uma senhora branca, com cabelo loiro, liso e preso, usando blusa de manga comprida e preta e um colar dourado com pingente de coração. Foto 2: juíza Amini Haddad Campos em pé, em seu gabinete. Ela é uma mulher branca, de cabelos loiros, lisos e compridos, olhos castanhos, usando vestido tubinho cinza e lenço florido no pescoço. Ao fundo, é possível ver uma estante cheia de livros, porta-retratos e uma pintura na parede. Foto 3: tela de computador conectada na página do Repositório de Mulheres Juristas do CNJ. A página apresenta um painel com várias bases de dados de mulheres juristas. 
 
Celly Silva 
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT   
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

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Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

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O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

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Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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