POLÍTICA NACIONAL

Zenaide celebra Dia Nacional das Apaes

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A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) celebrou, em pronunciamento nesta quarta-feira (11), o Dia Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), comemorado nesta quarta. A data marca o aniversário de fundação da primeira Apae do Brasil, há 70 anos, no Rio de Janeiro. A parlamentar destacou que o movimento é uma grande rede constituída por pais, amigos, pessoas com deficiência, profissionais e instituições parceiras, tanto públicas quanto privadas, unidas para a promoção e defesa dos direitos de cidadania da pessoa com deficiência.

Zenaide ressaltou que é papel do Parlamento, por meio de investimentos públicos no Orçamento e avanços legislativos, garantir que todas as pessoas com necessidades especiais tenham seus direitos reconhecidos e respeitados no dia a dia. Para a parlamentar, é necessário conscientizar a sociedade para reduzir preconceitos e capacitismo. A senadora afirmou ter como prioridade a defesa das pessoas com deficiência e suas famílias.

— Dar visibilidade a essa causa é fundamental. O cumprimento integral de pilares, como a Lei Brasileira de Inclusão [Lei 13.146, de 2015], que ajudei a aprovar, é essencial. Como senadora, já destinei R$ 1,2 milhão em emendas parlamentares para as Apaes do Rio Grande do Norte. Esses recursos foram totalmente pagos e ajudam a comprar veículos para locomoção, a cuidar das pessoas que precisam e a custear atividades necessárias.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Chega ao Congresso projeto que torna crime a exploração de bets

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O Congresso Nacional recebeu o projeto de lei do Executivo que tipifica crimes relacionados às loterias de apostas de quota fixa, conhecidas como bets. A apresentação do projeto havia sido anunciada pelo governo federal na sexta-feira (25), mesmo dia em que a Presidência da República editou uma medida provisória para proibir as bets no Brasil (MP 1.394/2026).

O projeto de lei (PL 5.477/2026) torna crime tanto a exploração quanto a publicidade de bets, tipificando cinco condutas como criminosas. De acordo com o governo, a intenção é enfrentar os diferentes meios empregados pelas empresas para manter a atividade, inclusive no ambiente digital.

A proibição das bets prevista na MP já está valendo de forma provisória, mas o projeto que trata dos crimes ainda precisará ser votado pelo Congresso para virar lei e entrar em vigor. 

Os crimes previstos no texto são:

  • explorar ou operar apostas de quota fixa: pena de 4 a 6 anos de reclusão e multa;
  • divulgar apostas ou captar apostadores: de 2 a 4 anos de reclusão e multa;
  • usar dados pessoais para captar apostadores: de 2 a 4 anos e multa;
  • facilitar financeiramente a exploração: de 2 a 4 anos e multa;
  • fornecer aplicação de internet para apostas: de 2 a 4 anos e multa, com agravantes em determinadas situações.
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O aumento de pena é previsto para várias situações, como no caso de jogos de azar on-line (a exemplo do jogo conhecido como Tigrinho); uso de dados de saúde que permitam inferir transtornos ligados a jogos, de histórico de apostas ou de informações de crianças e adolescentes; situações em que mecanismos de verificação de idade ou localização sejam burlados; e ganho de percentual das apostas ou das perdas pelo divulgador.

Todos os crimes previstos no projeto são considerados como praticados contra o interesse da União, com investigação pela Polícia Federal e julgamento pela Justiça Federal. A proposta ainda determina que, para fixar as multas, será considerada a vantagem econômica obtida pelo agente das apostas.

O projeto deixa claro que as regras não se aplicam à Loteca, loteria esportiva da Caixa Econômica Federal dedicada a prognosticar resultados de partidas de futebol. Essa modalidade continua permitida. 

A tramitação do PL 5.477/2026 começa na Câmara dos Deputados. Depois o texto passará pela análise dos senadores.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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