POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho protesta contra candidatura de políticos envolvidos em escândalos

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O senador Cleitinho (Republicanos-MG) criticou, em discurso nesta quarta-feira (18), a possível candidatura de políticos já envolvidos em escândalos de corrupção nas eleições de 2026. O parlamentar citou o ex-ministro José Dirceu, o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Para Cleitinho, “não há moral para quem desviou dinheiro público se candidatar novamente”.

— O problema é que aqui tem Comissão de Ética. Qualquer coisa que a gente faz, vem para a Comissão de Ética. A vontade que eu tinha era de dar um murro na cara de um cara como o Eduardo Cunha, que quer ser candidato. Mas não pode, porque o culpado ainda vira a gente. Esses caras devem estar tomando uísque e rindo da cara do povo. Estão fazendo apostas para ver quem ganha a eleição.

O senador também apresentou manchetes e vídeos destacando problemas econômicos e cortes orçamentários no governo federal. Segundo Cleitinho, as dificuldades enfrentadas pela população refletem as escolhas erradas do governo e a falta de prioridade no uso do dinheiro público.

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O parlamentar ainda criticou a destinação de recursos para festividades em cidades pequenas enquanto áreas essenciais, como saúde e previdência, sofrem cortes. Segundo o senador, a cidade de Gouveia (MG), com 11 mil habitantes, gastou R$ 8 milhões com decorações de Natal. Para Cleitinho, é necessário mais responsabilidade e transparência na administração pública.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova fiscalização de vagas do Sine para mulheres vítimas de violência

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4457/25 que atribui ao governo federal a responsabilidade de fiscalizar o cumprimento da reserva de vagas para mulheres em situação de violência doméstica no âmbito do Sistema Nacional de Emprego (Sine).

A proposta altera a lei que organiza o Sine (Lei 13.667/18) para incluir, entre as competências da União, o controle dessas vagas e a divulgação periódica de informações aos municípios sobre as contratações realizadas.

Atualmente, a legislação já determina que 10% das vagas oferecidas pelo Sine sejam reservadas a mulheres vítimas de violência. No entanto, para a autora da proposta, deputada Denise Pessôa (PT-RS), a falta de fiscalização dificulta o acompanhamento dos resultados, reduzindo a efetividade da medida.

O relator, deputado Alfredinho (PT-SP), concordou com esses argumentos e recomendou a aprovação da medida. “A obrigatoriedade de fornecimento periódico de dados aos municípios possibilitará controle preciso do número de mulheres vítimas de violência efetivamente contratadas, permitindo a correção de rumos e o aprimoramento da política pública”, destacou o deputado.

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Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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