MATO GROSSO

Gefron prende dois suspeitos e recupera caminhonete furtada avaliada em cerca de R$ 240 mil

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Uma caminhonete furtada, avaliada em cerca de R$ 240 mil, foi recuperada pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron), nesta terça-feira (4.2), na BR-070 em Cáceres (a 217 km de Cuiabá). Dois suspeitos foram presos pelos policiais.

A partir da informação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de que um veículo furtado, uma Toyota Hillux preta, estaria circulando em Cáceres, os agentes do Gefron identificaram o veículo em ronda e abordaram os ocupantes.

A caminhonete apresentava sinais de adulteração. O veículo havia sido furtado em fevereiro de 2023, no estacionamento de um hotel no bairro Jardim das Américas, em Cuiabá.

Os suspeitos, com antecedentes criminais por sequestro, cárcere privado, ameaça e lesão corporal, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Cáceres e devem responder por adulteração de sinais e receptação.

O furto

O proprietário da caminhonete furtada, morador do Aripuanã, relatou que estava de passagem por Cuiabá. Após passar a noite na Capital, a vítima não encontrou o veículo, no dia seguinte, no estacionamento do hotel, onde ficou hospedado.

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As imagens do circuito de segurança do estabelecimento mostram quando um veículo Toyota Corola, sem placa, estaciona ao lado da caminhonete e um suspeito desce do automóvel. Em seguida, ele leva a Hillux. O veículo foi devolvido ao proprietário.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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