POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Saúde debate o cuidado ao trauma no Brasil

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (6). os múltiplos aspectos relacionados ao cuidado ao trauma no Brasil, com ênfase nas disparidades regionais que agravam esse problema de saúde pública. O debate, solicitado pelo deputado Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO), será realizado às 17 horas, no plenário 7.

Conforme o parlamentar, diariamente, cerca de 410 brasileiros perdem suas vidas devido a causas traumáticas, como acidentes de trânsito e violência.

Segundo Dr. Ismael Alexandrino, regiões como o Nordeste e o Sudeste enfrentam altos índices de mortalidade e morbidade relacionados ao trauma, impulsionados por densidade populacional elevada e complexidade urbana. O Centro-Oeste, especialmente o Distrito Federal, destaca-se pelo volume significativo de acidentes de trânsito, enquanto o Norte enfrenta desafios de acesso a cuidados especializados. Já no Sul, as condições climáticas adversas e as estradas rurais contribuem para a incidência de traumas.

“Além do impacto humano, os custos econômicos associados ao trauma são substanciais, incluindo despesas com saúde, reabilitação e perda de produtividade. O tratamento de pacientes traumatizados consome uma parte significativa dos recursos do sistema de saúde, pressionando ainda mais os serviços públicos e privados”, afirma.

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O deputado argumenta ser imperativo discutir e implementar estratégias de prevenção e educação para reduzir a incidência de traumas, além de aprimorar o atendimento e a recuperação dos pacientes afetados.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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