POLÍTICA NACIONAL

Brasil e Singapura ajustam acordo para evitar bitributação

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O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (16) uma correção no acordo firmado entre Brasil e Singapura para eliminar a dupla tributação de impostos sobre a renda e prevenir a evasão e a omissão fiscais. O PDL 227/2024, que passou antes pela Comissão de Relações Exteriores (CRE), vai à promulgação.

O acordo está em vigor desde 2022 e tem como objetivo incentivar e facilitar o comércio e os investimentos bilaterais, evitando que a renda de uma pessoa, física ou jurídica, seja tributada pelo mesmo imposto tanto no Brasil quanto em Singapura. O texto passará por ajustes para ficar em total conformidade com a versão em inglês, utilizada durante as negociações.

Pelo acordo, quando um dos países realiza o pagamento de juros (como no caso de empréstimos) a uma entidade pertencente ao governo do outro país — como o próprio governo, o Banco Central ou uma instituição financeira pública — apenas o país que recebe os juros tem o direito de tributá-los. O país que efetua o pagamento fica impedido de cobrar impostos sobre esse montante.

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O relator do projeto foi o senador Chico Rodrigues (PSB-RR).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão discute normas da publicidade de bebidas alcoólicas; participe

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A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados realiza, na próxima terça-feira (5), audiência pública sobre a restrição de publicidade para bebidas alcoólicas.

O debate será realizado às 10h30, em plenário a ser definido, e será interativo.

A audiência foi sugerida pela deputada Erika Kokay (PT-DF).

O que diz a lei
A Lei 9.294/96 só restringe a propaganda de bebidas com mais de 13% de teor alcoólico, o que deixa de fora a maior parte das marcas de cerveja.

Além disso, os anúncios de bebidas alcoólicas no rádio e na televisão só podem ser veiculados entre 21 horas e 6 horas, e não podem associar o produto a esportes de competição nem ao desempenho saudável de qualquer atividade.

“A publicidade desses produtos estimula o consumo, promovendo a banalização de uma substância comprovadamente nociva, tanto para o indivíduo quanto para a sociedade”, afirma Erika Kokay.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que qualquer quantidade de bebida alcoólica representa risco para cerca de 200 doenças.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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