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Feira da Música de MT conecta artistas, público e realizadores de festivais em três dias de programação gratuita

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A 2ª edição da Feira de Música de Mato Grosso (FeMus-MT) vai unir artistas, público e realizadores de festivais de música independente entre a próxima sexta-feira (6.3) e domingo (8), das 14 às 22h, no Cine Teatro Cuiabá e no Centro Cultural Casa Cuiabana. A programação é gratuita e os ingressos já podem ser retirados pelos links disponíveis no instagram do evento (linktr.ee/femusmt).

Contemplado pela Secretaria de Estado de Cultura Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT) no edital Feiras de Economia Criativa/Solidária – edição Lei Paulo Gustavo, o evento conta com shows, painéis, workshops, rodada de negócios, mostra de videoclipes e feira da economia criativa.

Segundo produtora da Lambuza Musical e idealizadora da FeMus-MT, Larissa Sossai, o evento nasce do desejo de conectar a cena musical mato-grossense à cena nacional.

“Trazemos produtores e agentes do mercado nacional para conhecer a cena local, criando um ambiente para negócios, onde artistas da música também se apresentam ao público e recebem orientações para aperfeiçoar os seus trabalhos diante das constantes mudanças do mercado global”, explica.

A produtora também relata que a iniciativa atende à uma demanda latente em Mato Grosso por profissionalização e integração ao cenário musical nacional, demonstrando êxito desde a primeira realização, em 2023.

“Depois da primeira edição da FeMus, observamos uma crescente circulação de artistas mato-grossenses que seguem no caminho autoral e independente. Artistas como Estela Ceregatti, Paulo Monarco e a banda Calorosa, por exemplo, estiveram na primeira edição com participações em shows e rodadas de negócios e, desde então, se apresentaram em muitos palcos do circuito nacional nos últimos anos”.

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A FeMus-MT é uma realização da Lambuza Musical e da Associação Aqui é Mato. Nesta edição, o evento amplia a proposta de conexão com a participação de artistas de estados do Centro-Oeste e da Amazônia Legal na programação de showcases.

“Os showcases, especialmente, são eficazes plataformas com vistas a abrir novas possibilidades para artistas, pois são uma ponte entre realizadores de festivais e agentes de distribuidoras, selos e gravadoras, com os artistas. Nesta edição, em especial, além de músicos de Cuiabá e interior do estado, a FeMus abre espaço para artistas do Centro-Oeste e Amazônia Legal com a intenção de estimular atuação em rede”, expressa a produtora do Festival Calango (MT) e da Associação Aqui é Mato, Lidiane Barros.

Sobre a importância da FeMus na formação de redes no cenário da música brasileira, Lidiane ainda reforça “a Feira da Música de Mato Grosso é um espaço de convergência que descortina novas oportunidades para os agentes da cadeia produtiva. Ela nasce para provocar o aprimoramento artístico nos processos de criação, produção e distribuição, além de atrair a atenção nacional para o território mato-grossense”.

Programação

A 2ª edição da FeMus-MT começa na sexta-feira (6) com o painel “Escutar o território, ecoar no mundo; Políticas públicas, festivais e feiras de música”, das 18h30 às 20h, no Cine Teatro Cuiabá.

Na sequência, a abertura do evento apresenta a nova música mato-grossense com um show coletivo que reúne no palco Estela Ceregatti, Henrique Maluf, Paulo Monarco e a banda Calorosa, artistas da terra que têm se destacado no cenário nacional.

No sábado e domingo (7 e 8), as demais atividades e ações de formação ocorrem, a partir das 14h, no Centro Cultural Casa Cuiabana. Os painéis e workshops debatem questões centrais para a atualidade do setor musical, como diversidade cultural, técnicas de venda de shows, circulação em casas e festivais, além de orientações práticas sobre direitos autorais e gestão de carreira.

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Nas mesmas datas, a partir das 16h, a FeMus-MT também recebe uma feira de economia criativa realizada em parceria com o projeto Feira do Vinil.

No domingo (8), às 15h30, uma mostra de videoclipes selecionados pela FeMus mediante inscrições, celebra e reconhece a importância da produção audiovisual na música mato-grossense e brasileira.

Às 17h30, cinco showcases abertos ao público apresentam talentos revelação nas cenas musicais locais do Centro-Oeste e da Amazônia Legal: Metrópole Sombrê (MT), Pacha Ana (MT), Caramel Dog (MT), Luxuosos Corações (AM) e Pratanes (DF).

Já o encerramento do evento, no domingo (8.3), fica por conta do samba das anfitriãs da banda Sasminina, às 20h, também na Casa Cuiabana.

Os ingressos para os shows e ações formativas são gratuitos e devem ser retirados a cada atividade pela plataforma Sympla. Os painéis e workshops têm vagas limitadas à capacidade do local e da atividade. Acesse os links pelo https://linktr.ee/femusmt.

Serviço:

Feira da Música de Mato Grosso (FeMus-MT) | 2ª Edição

Data: 6 a 8 de março

Horário: 14h às 22h

Local: Cine Teatro Cuiabá e Centro Cultural Casa Cuiabana

Ingressos (shows): link aqui

Ingressos (painéis e whorkshops): link aqui

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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