MARFRIG-VG

“A Marfrig abraçou VG”, dizem moradores durante projeto no Alameda

Publicado em

Com apoio da BRF, por meio do Instituto BRF, e do Instituto Elos, ação fortalece vínculos, define mutirão para setembro e reforça o compromisso social com a comunidade
Com apoio da BRF, por meio do Instituto BRF, e do Instituto Elos, ação fortalece vínculos, define mutirão para setembro e reforça o compromisso social com a comunidade

A Marfrig e o Instituto Elos, com o apoio da BRF – por meio do Instituto BRF –, avançaram em uma nova etapa do projeto Vivência Oásis, no bairro Alameda, em Várzea Grande (MT). O encontro reuniu moradores, lideranças comunitárias e representantes das empresas para consolidar propostas e planejar o mutirão de melhorias, previsto para os dias 13 e 14 de setembro.

Com foco no fortalecimento de vínculos e na valorização dos talentos locais, a ação mobilizou dezenas de moradores ao longo do dia em uma programação colaborativa. Café da manhã com práticas de autocuidado, rodas de planejamento coletivo e uma sessão de cinema gratuita, no salão da Igreja Sagrado Coração de Jesus, fizeram parte das atividades – todas conduzidas com protagonismo da própria comunidade.

“A avaliação foi muito positiva. Acredito que estamos alcançando o objetivo, que é criar uma conexão real com a comunidade. Ideias boas saíram dessa reunião”, destacou Magnum Max, gerente de Recursos Humanos da Marfrig.

Leia Também:  Julgamento hoje sobre royalties do petróleo entra na conta do endividamento rural

Durante o encontro, os moradores definiram como prioridade a transformação de uma das salas da igreja em uma sala de leitura comunitária e espaço para cursos e encontros, além da revitalização da área externa, com instalação de brinquedos e bancos.

“Eles querem um espaço de convivência e acolhimento. Um lugar para as crianças brincarem e para os adultos se reunirem. Isso é criar redes vivas”, explicou Felipe Denz, facilitador do Instituto Elos.

A atuação da Marfrig e da BRF na iniciativa reforça o compromisso das empresas com os territórios onde mantêm operações. Em Várzea Grande, ambas são importantes empregadoras e vêm ampliando sua presença por meio de ações de impacto social. “É gratificante estarmos juntos nesse momento, construindo esse elo social. Queremos ir além da produção e nos conectar com as pessoas”, afirmou Reinaldo Souza, gerente comercial da BRF.

Segundo os moradores presentes, essa conexão vai além do apoio institucional. “A Marfrig abraçou a nossa comunidade, abraçou Várzea Grande. A gente sente que não está mais sozinho”, disse Maria Trindade, moradora do bairro há 20 anos.

Leia Também:  Marfrig abre 180 vagas de emprego na unidade de Várzea Grande

A coordenadora da igreja e moradora há 40 anos, Sônia Maria Oliveira, também destacou a importância da iniciativa: “Graças a Deus, nossa comunidade foi contemplada com brinquedos, biblioteca e mutirão. A Marfrig abraçou a nossa realidade, e isso é uma motivação a mais para nossas crianças.”

Ao final do encontro, ficou definido que o plano de ação será elaborado nesta semana e que a execução das melhorias ocorrerá em setembro. A comunidade se comprometeu a mobilizar vizinhos e lideranças locais, enquanto os parceiros institucionais apoiarão com estrutura, materiais e suporte técnico, para fazer esse sonho virar realidade por meio de uma grande ação coletiva.

Outras iniciativas da Marfrig em Várzea Grande

Além da parceria com o Instituto Elos no bairro Alameda, a Marfrig desenvolve outras ações sociais no município, como: capacitação profissional de colaboradores, campanhas de saúde – como vacinação –, apoio a projetos culturais e esportivos, além de parcerias com escolas técnicas.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Enquanto EUA anunciam tarifas, China abre mercado para a carne brasileira

Published

on

No mesmo momento em que os Estados Unidos ampliam as ameaças tarifárias contra produtos brasileiros, a China enviou um sinal na direção oposta. O governo chinês anunciou nesta terça-feira (02.05) o reconhecimento de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa sem vacinação, decisão que elimina as últimas restrições sanitárias sobre estados do Norte do país e abre caminho para ampliar as exportações de carne bovina e suína ao principal mercado consumidor do mundo.

A medida tem peso estratégico para o agronegócio brasileiro. A China é o maior comprador mundial de carne bovina e absorve mais da metade de toda a carne bovina exportada pelo Brasil. Apenas no primeiro trimestre deste ano, os chineses importaram quase R$ 16,5 bilhões em carnes brasileiras, demonstrando a dimensão do mercado para a pecuária nacional.

O reconhecimento encerra uma negociação que se arrastava há mais de duas décadas e uniformiza o status sanitário brasileiro perante as autoridades chinesas. Na prática, produtos que enfrentavam limitações em razão das restrições aplicadas a determinadas regiões do país passam a ter acesso ampliado ao mercado asiático. Entre os principais beneficiados estão carnes com osso, miúdos e outros produtos de maior valor agregado, segmentos que tradicionalmente encontram forte demanda na China.

Leia Também:  Marfrig abre 150 vagas de emprego em Várzea Grande com benefícios atrativos e oportunidades de crescimento

A decisão ocorre em um momento particularmente relevante para a pecuária nacional. Nos últimos meses, frigoríficos e exportadores brasileiros vinham buscando ampliar sua participação no mercado chinês, inclusive com pedidos de habilitação de novas plantas exportadoras e negociações para aumento de volumes embarcados.

A importância da China para o campo brasileiro vai muito além da pecuária. No ano passado, o país asiático comprou mais de R$ 275 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro, mantendo-se com ampla folga como o principal destino das exportações do setor.

Para a pecuária, o anúncio representa uma vitória ainda mais significativa porque reforça a credibilidade sanitária brasileira justamente quando diversos países endurecem exigências para importação de proteínas animais. O reconhecimento chinês funciona como um aval à estrutura de vigilância sanitária e defesa agropecuária construída pelo Brasil ao longo dos últimos anos.

A sinalização também ganha relevância diante do cenário internacional. Enquanto Washington discute novas sobretaxas que podem atingir parte das exportações brasileiras, Pequim amplia o acesso para um mercado de mais de 1,4 bilhão de consumidores e reforça sua posição como principal destino da proteína animal produzida no Brasil. Para o setor pecuário, a mensagem é clara: se de um lado surgem barreiras comerciais, do outro o maior comprador de carne do planeta está abrindo ainda mais espaço para o produto brasileiro.

Leia Também:  VÁRZEA GRANDE: Marfrig e Instituto Elos constroem sonhos em conjunto com moradores do Alameda

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA