A Arena Pantanal, gerida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel), foi escolhida para sediar seis jogos da primeira edição da FIFA Series de futebol feminino, em abril deste ano. O anúncio foi divulgado pela FIFA e pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta segunda-feira (23.2).
Para o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, a escolha do estádio mato-grossense para a disputa consolida o protagonismo do Estado no cenário esportivo internacional.
“A Arena Pantanal demonstra, mais uma vez, sua capacidade técnica e estrutural para receber grandes competições. Mato Grosso integra o calendário internacional do futebol feminino e fortalece sua posição como referência nacional em eventos esportivos”, afirma o secretário.
O superintendente de Infraestrutura Esportiva da Arena Pantanal e do Aecim Tocantins, Cleiton Fábio de Oliveira, ressalta que a escolha da Arena é resultado de um trabalho técnico permanente do Governo do Estado para garantir a qualidade do estádio para grandes competições.
“Isso é fruto de um trabalho contínuo de aprimoramento das instalações da Arena Pantanal. É um estádio que recebeu Copa do Mundo, Copa América e que possui plena capacidade técnica para sediar mais um torneio internacional”, afirmou. Responsável pela gestão e manutenção do estádio, ele destacou que a qualidade estrutural e operacional da Arena garante segurança e padrão internacional para grandes competições.
Além do Brasil, participam da competição as seleções do Canadá, da Zâmbia e da Coreia do Sul.
O presidente da CBF, Samir Xaud, também destacou o simbolismo de realizar a competição em um estádio que sediou jogos da Copa do Mundo de 2014. Segundo ele, a atual gestão busca ampliar o alcance das grandes partidas pelo país.
“Receber a FIFA Series em um estádio que já foi palco de Copa do Mundo é simbólico. Estamos colocando o futebol feminino em grandes palcos do país. Para fortalecer a modalidade e mostrar a grandeza do nosso futebol, grandes jogos precisam estar em todas as regiões do Brasil, aproximando ainda mais a Seleção do torcedor”, declarou.
Conforme a CBF, a FIFA Series tem como principais objetivos ampliar as oportunidades de confronto entre seleções, promover equilíbrio competitivo, estimular o crescimento técnico e fortalecer o intercâmbio internacional.
Com o Brasil na condição de sede da Copa do Mundo Feminina de 2027, a expectativa é que o torneio em 2026 contribua para impulsionar investimentos, ampliar a visibilidade da modalidade e consolidar o interesse do público já com foco no Mundial. Cabe destacar que a Arena Pantanal também vai sediar jogos da Copa do Mundo Feminina de 2027. O anúncio foi feito durante congresso da Fifa em Bangkok, na Tailândia, em 2024.
Para a coordenadora de Seleções Femininas da CBF, Cris Gambaré, a realização da competição em Cuiabá representa um movimento estratégico de descentralização do futebol feminino.
“Acredito muito em fomentar, criar novos hábitos e ampliar fronteiras, e Cuiabá é um grande cenário para isso. Essa escolha é sobre intenção, compromisso e legado. A cidade se mostrou disposta a construir essa conexão de forma genuína”, destacou.
Ela acrescentou que o momento do futebol feminino brasileiro exige expansão territorial e criação de novas referências. Segundo Cris, quando uma cidade abraça o projeto, o impacto ultrapassa os 90 minutos de jogo e deixa legado para clubes locais, categorias de base, escolas e futuras gerações.
Cronograma dos jogos – Arena Pantanal
11 de abril Canadá x Zâmbia – 15h Brasil x Coreia do Sul – 21h30
14 de abril Canadá x Coreia do Sul – 15h Brasil x Zâmbia – 21h30
18 de abril Coreia do Sul x Zâmbia – 15h Brasil x Canadá – 21h30
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) e a Energisa Mato Grosso alinharam estratégias conjuntas voltadas à prevenção e ao combate a incêndios florestais durante o período de estiagem, quando cresce significativamente o risco de ocorrência desse tipo de evento no Estado.
A articulação ocorreu durante visita institucional realizada por militares do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) à sede da concessionária de energia na última semana. No local, os militares conheceram a estrutura do Centro de Operações da Energisa, responsável pelo planejamento, monitoramento e resposta a ocorrências que possam impactar o fornecimento de energia elétrica em Mato Grosso.
O encontro também promoveu a troca de informações técnicas entre as equipes, com foco no fortalecimento da comunicação e no compartilhamento de dados estratégicos. Entre os temas abordados estiveram o cronograma de ações preventivas, a proteção de redes elétricas em áreas de maior vulnerabilidade ao fogo, o uso de bases georreferenciadas no planejamento operacional e a atuação integrada entre o setor público e a iniciativa privada em situações de emergência ambiental.
De acordo com o comandante do BEA, tenente-coronel BM Heitor Alves de Souza, essa cooperação amplia a capacidade de resposta e fortalece as ações preventivas em campo. “Quando integramos informações, tecnologias e planejamento entre as instituições, conseguimos antecipar cenários de risco e agir com mais precisão. Essa parceria com a Energisa é fundamental para reduzir impactos e garantir maior segurança durante o período de seca em Mato Grosso”, destacou.
O presidente da Energisa Mato Grosso, Marcelo Vinhaes, também afirmou que a parceria torna as ações mais eficientes e coordenadas. “A parceria entre a Energisa Mato Grosso e o Corpo de Bombeiros é essencial para fortalecer nosso Plano de Combate a Incêndios, unindo prevenção, agilidade e segurança na proteção da vida, do meio ambiente e da continuidade do fornecimento de energia elétrica”, explicou.
Já o coordenador do Centro de Operações da Energisa Mato Grosso, Murilo Castilho, destacou a importância da cooperação entre as instituições para enfrentar o período de condições climáticas adversas.
“Essa parceria vem ao encontro dos objetivos da Energisa, que são identificar os pontos críticos de queimadas no Estado para maximizar os ganhos de manutenção nessas regiões. Essa união vai garantir maior efetividade e agilidade para enfrentar os períodos de contingência climática que podem ocorrer com a chegada do El Niño”, concluiu.
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