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Bombeiros que atuavam no combate a incêndio florestal auxiliam gestante em parto de risco

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu a uma parturiente, na tarde desta sexta-feira (11.10), em São Pedro de Joselândia, comunidade da zona rural de Barão de Melgaço (109,2 km de Cuiabá). Apesar do susto, mãe e recém-nascido passam bem.

Os bombeiros militares foram acionados por moradores da comunidade enquanto realizavam o combate a um incêndio florestal na região. Seis militares dirigiram-se rapidamente ao encontro da mãe, de 34 anos, que já se encontrava em trabalho de parto.

Ela informou que o nascimento estava previsto para o dia 16, pois o bebê estava em posição pélvica, ou seja, sentado, em vez de cabeça para baixo, o que torna o parto mais complicado. Ao perceberem a urgência da situação, os bombeiros militares imediatamente prestaram assistência à gestante.

A equipe iniciou o auxílio ao parto, e quando o bebê começou a nascer, foi cuidadosamente colocado na posição correta, permitindo um parto normal. Graças a essa intervenção, o parto ocorreu de forma tranquila, e o bebê nasceu saudável, apresentando sinais vitais normais, enquanto a mãe permanecia consciente e orientada.

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Após o parto, os bombeiros militar realizaram o corte do cordão umbilical conforme protocolo, realizaram a limpeza inicial do bebê e ajudaram a parturiente na eliminação da placenta.

Mãe e recém-nascido foram então transportados, com o apoio de um helicóptero do Ciopaer, para uma unidade de saúde, onde receberam atendimento de uma equipe médica especializada.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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