O Governo de Mato Grosso entregou, nesta segunda-feira (9.6), à comunidade escolar do bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá, a Escola Estadual Welson Mesquita de Oliveira totalmente reformada. O investimento, realizado por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), foi de R$ 4,8 milhões.
A estudante Ana Julia, de 17 anos, cursa o 2º Ano do Ensino Médio e faz parte do grupo de 1.738 alunos matriculados na escola. Segundo ela, a reforma era esperada e a entregou a deixou mais animada. “Estudar numa escola novinha deixa a gente com mais vontade de aprender”, contou.
Maria Eduarda tem 17 anos e também compartilhou da visão da colega Ana. “Estudo aqui desde a sétima série e gosto muito dessa escola. Em vista do que tínhamos antes, agora há conforto, refeitório com muito espaço, Chromebooks, Smart TV, biblioteca e muito mais”, disse.
O investimento do Estado contemplou instalações elétricas e hidrossanitárias, pintura e nova cobertura.
Tatiana Lima é mãe de uma aluna que cursa o primeiro ano do Ensino Médio. Segundo ela, a escola totalmente reformada era um sonho de décadas. “Sei como era antes e vejo como está agora. Minha filha Tainá Fabrini cursa o 1º ano do ensino médio e está muito feliz aqui. Do diretor ao professor, tudo aqui melhorou muito”, avaliou.
Diretor da unidade, o professor Fábio Bernardo da Silva agradeceu o investimento do Estado na reforma da escola. “Sinto uma felicidade enorme por estar fazendo parte desse processo. Parabéns a Seduc por levar a educação pública tão a sério e como política de Estado prioritária”, destacou.
Na avaliação do secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o ritmo dos avanços na educação pública de Mato Grosso é um caminho sem volta. Ele lembrou que, no Ensino Médio, a Rede Estadual saiu da 22ª para a 8ª posição no ranking nacional do Ideb. “Chegamos a esse nível de excelência porque temos uma excelente equipe em todas as áreas da Seduc, das DREs e das escolas”, comparou.
Infraestrutura escolar
Nos últimos sete anos, o Governo de Mato Grosso já entregou aos municípios 38 escolas novas, outras 49 unidades também novas estão em obras pelo Estado e há 9 escolas conveniadas com as licitações em andamento.
No mesmo período, a Seduc ainda entregou 84 escolas reformadas, outras 96 estão em obras e 9 escolas conveniadas aguardam licitação para início das obras de reforma. A comunidade escolar também recebeu 43 novas quadras poliesportivas e outras 17 estão em obras.
Exames de identificação de drogas do laboratório de Química Forense da Politec obtiveram 100% de acerto na 5ª rodada do Ensaio de Proficiência promovido pelo Inmetro. O resultado confirma a excelência na identificação de cocaína, lidocaína e demais substâncias analisadas, e evidencia o alto nível técnico da equipe, alinhado às melhores práticas nacionais de qualidade analítica.
Além disso, a Politec se destacou nacionalmente na análise quantitativa, sendo um dos poucos órgãos periciais que quantificaram cocaína com resultado aceito, e foi o único a quantificar lidocaína com desempenho satisfatório. Para o Gerente de Perícias de Química Forense, Ewerton Barros, esse desempenho coloca a unidade em posição de referência técnica no país, e demonstra a capacidade avançada não apenas de identificar, mas também de medir com precisão substâncias de interesse forense.
“Ressalto que a parceria com o departamento de Química da UFMT, que por meio do convênio UFMT–POLITEC, foi fundamental para o alcance do nível de qualidade obtido nos resultados. Agradeço especialmente ao professor Leonardo e aos residentes técnicos Matheus e Arielly pelo apoio nas análises das amostras”.
O ensaio de proficiência consiste no envio de amostras-controle aos laboratórios participantes, que realizam as análises seguindo seus procedimentos rotineiros, simulando as condições reais de trabalho pericial.
As amostras são analisadas com o mesmo rigor técnico aplicado às perícias oficiais, e os resultados são comparados estatisticamente pelo Inmetro, o que permite avaliar a exatidão e a confiabilidade das medições realizadas.
O exame pericial de química forense é realizado para comprovação de que a substância apreendida efetivamente é uma droga, podendo materializar o crime de tráfico. Ele atesta a natureza e a composição da substância apreendida, sendo indispensável para a validade jurídica das provas.
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