MATO GROSSO

Festival Estudantil Temático de Trânsito chega em Várzea Grande nesta semana

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Mais uma etapa da 20ª edição do Festival Estudantil Temático de Trânsito (Fetran) inicia-se nesta semana. A fase metropolitana começa nesta segunda-feira (11.8) e segue até sexta-feira (15.8), em Várzea Grande.

O festival oferece aos estudantes a oportunidade de desenvolver habilidades artísticas e cívicas, reforçando a importância da paz e da responsabilidade no trânsito.

Nesta edição, participam 209 grupos de 36 municípios de Mato Grosso, reunindo mais de 3 mil estudantes e impactando cerca de 15 mil espectadores.

Realizado pela Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Mato Grosso, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o evento ocorre em etapas regionais e será encerrado com uma mostra estadual em Cuiabá.

Etapas Regionais Confirmadas:

Etapa Araguaia (R1) – Primavera do Leste | 09 a 13/06

Etapa Aricá Mirim (R2) – Campo Verde | 23 a 27/06

Etapa Cuiabá (R3) – Várzea Grande | 11 a 15/08

Etapa Guaporé (R4) – Campos de Júlio | 25 a 29/08

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Etapa Teles Pires (R5) – Sorriso | 08 a 12/09

Etapa Estadual – Cuiabá | 29/09 a 03/10

Mais informações e o formulário de inscrição estão disponíveis no site oficial: www.fetran.com.br.

Sobre o Fetran

Celebrando 20 anos, o Fetran apresenta uma edição especial e marcante. Os espetáculos teatrais abordam, de forma lúdica e educativa, temas ligados à segurança no trânsito, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a vida.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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