MATO GROSSO

Governador e primeira-dama entregam 86 casas do programa SER Família Habitação em VG nesta sexta-feira (17)

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O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes entregam, nesta sexta-feira (17.1), 86 casas do programa SER Família Habitação, no município de Várzea Grande. As unidades habitacionais estão localizadas no Residencial Mônaco, no Bairro Paiaguás, e foram compradas por meio da modalidade Entrada Facilitada, operacionalizada pela MT Participações e Projetos (MT Par).

O evento está marcado para às 16 horas, na Rua Tomé de Souza, quadras 106 e 107, onde as famílias beneficiadas receberão as chaves dos imóveis.

As unidades possuem dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. Todos os ambientes receberam pisos e acabamentos de primeira qualidade e, na área externa, há toda infraestrutura urbana, como rede água, esgoto, asfaltamento das ruas, bem como iluminação.

“Toda vez que participo de um evento como este, meu coração se enche de alegria. É uma satisfação ver as pessoas realizando o sonho da casa própria. Podendo pegar nas mãos a chave que trará segurança, esperança e oportunidades para cada família”, afirma a primeira-dama, Virginia Mendes, que é idealizadora do programa.

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Na modalidade Entrada Facilitada, o Governo do Estado oferece o subsídio de até R$ 20 mil para ser aplicado na entrada do imóvel, para as famílias com renda de até R$ 8 mil que se inscreverem no Sistema de Habitação de Mato Grosso (Sihab-MT).

Serviço
Governador e primeira-dama entregam 86 casas em Várzea Grande

Data e hora: Sexta-feira (17.1), às 16h
Local: Rua Tomé de Souza, quadras 106 e 107 – Residencial Mônaco, Bairro Paiaguás – Várzea Grande

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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