Ministério Público MT

Depois da Maternidade: MPMT promove evento especial para mães

Publicado em

O Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do Ministério Público de Mato Grosso (Vida Plena) promove, no dia 21 de maio, o evento “Depois da Maternidade o Sonho Continua”, em comemoração ao Dia das Mães. A programação começa às 14h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), em Cuiabá. Voltado ao público interno da instituição, o encontro foi concebido como um espaço de acolhimento, escuta e valorização das múltiplas vivências da maternidade, reunindo reflexões, relatos e experiências que conectam a vida pessoal e profissional das participantes.A programação será estruturada em dois eixos temáticos. O primeiro, “Maternidade Atípica”, propõe uma reflexão sobre maternidade atípica, saúde mental materna, rede de apoio e a importância do acolhimento institucional no ambiente de trabalho, com a participação de mães atípicas que atuam no MPMT.Já o segundo eixo, “Depois da Maternidade, o Sonho Continua”, será dedicado a histórias de recomeços, força, identidade e transformação a partir da maternidade, com a exibição de vídeo institucional e depoimentos inspiradores. A programação inclui também homenagens, espaço para perguntas e interação com participantes da capital e do interior, além de encerramento com confraternização e sorteio de brindes.A coordenadora do Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, ressalta que a iniciativa vai além da celebração do Dia das Mães. “Este evento foi pensado como uma maneira de reconhecer, acolher e dar voz às diferentes formas de viver a maternidade. Nosso objetivo é fortalecer uma cultura institucional mais humana e empática, em que as mães se sintam pertencentes, apoiadas e incentivadas a continuar sonhando e realizando seus projetos de vida”, afirmou.

Leia Também:  MPMT discute os desafios no combate à violência doméstica 

Fonte: Ministério Público MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Júri condena padrasto por tentar matar enteado de 10 anos

Published

on

O Tribunal do Júri da Comarca de Tapurah (390 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (21), D.P.N. a 27 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial fechado, pela tentativa de homicídio triplamente qualificado contra o filho de sua então companheira, uma criança de 10 anos de idade. A condenação foi decidida pelo Conselho de Sentença, que reconheceu a materialidade e a autoria do crime. O crime ocorreu em dezembro de 2024, no município de Itanhangá. Conforme apurado durante a instrução processual, o acusado atacou a vítima com um canivete ao final de um dia marcado por episódios de agressividade contra familiares. A criança sobreviveu porque a ação foi interrompida por pessoas que estavam no local e intervieram para conter o agressor.Os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e o fato de o crime ter sido praticado contra menor de 14 anos. Também foi aplicada a causa de aumento de pena prevista para crimes cometidos contra descendente, ascendente, irmão, cônjuge, companheiro ou pessoa com quem o autor mantenha vínculo familiar, em razão da relação de padrasto e enteado entre o réu e a vítima.Na sentença, a presidente do Tribunal do Júri, juíza Patrícia Bedin, destacou a elevada reprovabilidade da conduta e as graves consequências sofridas pela criança. Segundo a decisão, a vítima sofreu um corte profundo de aproximadamente 15 centímetros na região do tórax e da axila, lesão que exigiu atendimento hospitalar de urgência e deixou sequelas físicas visíveis, além de impactos emocionais permanentes.Ao fixar a pena, a magistrada também considerou desfavoráveis circunstâncias como os antecedentes criminais do réu e sua personalidade voltada à prática de violência doméstica. A sentença registra que testemunhas relataram histórico de comportamentos agressivos em relacionamentos anteriores, inclusive contra ex-companheiras e filhos delas. A decisão ressalta ainda que a execução do crime esteve próxima da consumação. Conforme consta na sentença, o acusado desferiu um golpe de canivete direcionado ao pescoço da criança, que tentou se defender e acabou atingida no tórax direito. O ataque somente não resultou em morte devido à intervenção imediata de familiares e ao rápido socorro médico prestado à vítima. Violência vicária – o caso também evidenciou uma modalidade de violência doméstica conhecida como violência vicária, caracterizada pela utilização dos filhos como instrumento para atingir emocionalmente a mãe. Durante o processo, ficou demonstrado que o ataque à criança tinha como motivação central causar sofrimento à genitora da vítima, circunstância que fundamentou o reconhecimento do motivo torpe pelo Conselho de Sentença.Para o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a condenação representa uma resposta firme do sistema de Justiça diante de casos de violência praticados contra mulheres, crianças e adolescentes.“O Ministério Público de Mato Grosso reafirma seu compromisso permanente no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher e contra a criança e o adolescente, atuando de forma articulada com as forças de segurança, o Poder Judiciário e a rede de proteção para garantir resposta rápida, apuração rigorosa e responsabilização de agressores nesses casos”, afirmou.O réu permanecia preso preventivamente durante a tramitação da ação penal e teve a custódia mantida após a condenação.

Leia Também:  Audiência pública discute inclusão de alunos com TEA

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA