Ministério Público MT

Revista digital traz destaques da 1ª temporada do projeto em 2025

Publicado em

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) lançou, nesta quinta-feira (7), a revista da primeira temporada de 2025 do projeto “Diálogos com a Sociedade”. A publicação reúne os principais dados, temas debatidos e impactos gerados pela iniciativa, realizada em Cuiabá entre os dias 10 de março e 11 de abril. Ao todo, 67 especialistas convidados participaram dos encontros promovidos no Estúdio de Vidro, instalado no Pantanal Shopping. A revista também será impressa e distribuída aos parceiros do projeto.“A revista celebra um projeto que revela o verdadeiro DNA do Ministério Público: servir à sociedade. Para cumprir nossa missão constitucional, precisamos estar cada vez mais próximos de você, cidadão mato grossense, para ouvir suas demandas. Por isso, levamos este projeto para centros comerciais, com grande circulação de pessoas”, consta na carta ao leitor assinada pelo procurador-geral de Justiça Rodrigo Fonseca Costa. Com foco na ampliação do diálogo com a população, a iniciativa promoveu debates sobre temas sociais urgentes, como violência contra a mulher, direitos de crianças e adolescentes, crimes digitais, autismo, meio ambiente, direito do consumidor, acesso à saúde, igualdade salarial e de gênero, perturbação do sossego, saneamento básico, trânsito, direito de família, doação de sangue, entre outros. Os conteúdos foram transmitidos em parceria com a CBN Cuiabá, no formato de podcast/videocast, e integrados a uma ampla campanha publicitária multicanal.A publicação apresenta um panorama dos temas discutidos em cada semana, trazendo um resumo das entrevistas, informações dos convidados e contribuições ao debate público. Os leitores também podem conhecer os bastidores do projeto e o impacto da aproximação do Ministério Público com a sociedade mato-grossense por meio de uma comunicação direta, acessível e relevante.O lançamento da revista marca o sucesso da primeira temporada do projeto em 2025, na capital. A segunda edição do “Diálogos com a Sociedade” foi realizada entre os dias 21 de julho e 1º de agosto, em Sinop. As próximas paradas serão Rondonópolis e Várzea Grande, ampliando ainda mais o alcance do Ministério Público de Mato Grosso no estado.A versão digital da revista está disponível no site do MPMT em uma versão interativa (leia aqui) e em PDF, dentro do ícone Editoriais (leia aqui). Inovação – A revista “Diálogos com a Sociedade” é uma publicação do MPMT elaborada pelo Departamento de Comunicação da instituição. Nesta segunda edição, além da navegação interativa, a publicação traz como novidade a veiculação de anúncios publicitários dos parceiros do projeto como Energisa Mato Grosso, Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Amaggi e Águas Cuiabá.

Leia Também:  Justiça bloqueia R$ 197 milhões de grupo investigado por fraude fiscal

Fonte: Ministério Público MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

Published

on

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

Leia Também:  Justiça bloqueia R$ 197 milhões de grupo investigado por fraude fiscal

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA