MATO GROSSO

Patrulha Rural da PM prende integrante de organização criminosa com arma e drogas

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Equipes da Patrulha Rural da 26ª Companhia Independente da Polícia Militar de Feliz Natal prenderam em flagrante, nesta terça-feira (03.12), um homem suspeito por associação criminosa, tráfico ilícito de drogas, porte ilegal de arma de fogo e desacato.

Os militares apreenderam um veículo Gol, uma espingarda, munições, um tablete e seis porções de substância análoga à maconha. Os policiais militares receberam denúncia de que o indivíduo seria o responsável pela comercialização de entorpecentes na região e andava armado, em um veículo modelo Gol, de cor prata.

As equipes flagraram o suspeito em um trecho da Estrada da Liberdade. Durante abordagem, o homem estava acompanhado da esposa e duas crianças, de idades não reveladas. Em busca veicular, foram encontrados seis porções de maconha, três cartuchos e R$ 469 em espécie.

Questionado sobre a origem dos materiais apreendidos, o suspeito passou a proferir palavras de baixo calão contra os militares, sendo detido em seguida. À PM, o homem ainda revelou que possuía uma arma de fogo, que estava escondida embaixo da cama, no quarto do casal.

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O suspeito ressaltou que havia entorpecentes escondidos no quintal da residência. Os militares se deslocaram juntamente do casal até o imóvel e apreenderam o material ilícito. O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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