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PM flagra homem com 64 porções de drogas entre maconha e pasta base de cocaína em Cuiabá

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP), do 10º Batalhão, apreenderam, na noite desta quinta-feira (04.12), 64 porções de entorpecentes e prenderam um homem, de 35 anos, por tráfico ilícito de drogas, no bairro Alvorada, em Cuiabá. O suspeito foi detido em flagrante nas proximidades do Terminal Rodoviário, na Rua Jacarandá.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes realizavam o patrulhamento tático e ostensivo em decorrência da Operação Tolerância Zero, no momento em que flagraram o homem em um local conhecido como “região de eucalipto”, em atitude suspeita. Os policiais militares visualizaram o suspeito saindo de dentro de uma das barracas improvisadas por moradores em situação de rua, supostamente usuários de entorpecentes.

Ao perceber aproximação das equipes, o homem tentou fugir correndo, sendo abordado e detido em seguida. Durante busca pessoal, ele foi flagrado com três porções de substâncias análogas à cocaína.

Após a apreensão, os policiais militares retornaram à barraca em que ele foi visto. No local, foram encontradas mais 40 porções de cocaína, 21 porções de substâncias análogas à maconha e uma pedra fracionada de substância análoga à pasta base de cocaína.

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As equipes recolheram ainda uma balança de precisão eletrônica, R$ 46 em espécie e diversas embalagens para armazenamento e comercialização das drogas. Os ilícitos e o suspeito foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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