MATO GROSSO

Polícia Civil esclarece tentativa de roubo em residência em Novo São Joaquim e prende suspeito

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Uma tentativa de roubo a um imóvel, ocorrida na madrugada desta terça-feira (11.3) em Novo São Joaquim, foi esclarecida pela Polícia Civil, com a prisão em flagrante do autor poucas horas após o crime. O suspeito, de 21 anos, é monitorado por tornozeleira eletrônica e há poucos dias tinha realizado um trabalho na residência da vítima.

As investigações iniciaram pela manhã, quando a vítima procurou a Delegacia de Novo São Joaquim, relatando que estava dormindo em sua residência, quando foi surpreendido por um homem com um pedaço de madeira nas mãos fazendo ameaças e pedindo dinheiro.

Segundo as informações, o suspeito usava uma camiseta para ocultar o rosto e um isqueiro para iluminar os cômodos. Quando o suspeito pediu novamente o dinheiro, a vítima o reconheceu como a pessoa que havia trabalhado em sua residência carregando o cascalho.

A vítima disse que não tinha dinheiro e que estava doente, ocasião em que o suspeito, após subtrair alguns objetos, fugiu do local, deixando o pedaço de pau na residência.

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Diante das informações passadas e do reconhecimento do autor do crime, os policiais da Delegacia de Novo São Joaquim iniciaram as diligências, conseguindo localizar o suspeito em um bar da cidade. Com ele, foi encontrado um frasco de perfume subtraído da vítima.

Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Campos de Júlio, onde após ser interrogado pelo delegado José Mauro Dias de Souza, foi autuado em flagrante pelo crime de roubo tentado, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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