MATO GROSSO

Policiais da Rotam salvam recém-nascida de sete dias engasgada em Cuiabá

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) salvaram uma bebê recém-nascida, de apenas sete dias de vida, vítima de um engasgamento. A ação ocorreu na manhã deste domingo (26.10), na sede da unidade policial, em Cuiabá.

Por volta de 09h50, a equipe da Rotam foi surpreendida com a chegada de uma senhora que trazia em seu colo sua neta, Maria Ísis, de apenas sete dias de vida, que estava desacordada e com lábios arroxeados. Segundo a avó e demais familiares, a bebê estava engasgada.

Imediatamente, os sargentos da reserva Amazonas Alves de Oliveira e Jonildo da Conceição, além do soldado Perys Michel de Alencar, iniciaram os trabalhos de desobstrução das vias aéreas da bebê, por meio da manobra de Heimlich, e obtiveram sucesso na ação.

Em seguida, os policiais deslocaram com os familiares da bebê até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Verdão, onde a recém-nascida foi atendida pela equipe de pediatria para demais procedimentos necessários. A bebê passa bem e ficou em observação na unidade de saúde.

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Mais salvamentos

Este é o segundo caso de um bebê engasgado salvo por uma equipe da Rotam, em menos de um mês. No dia 2 de outubro, uma criança de dois anos foi salva pelos policiais da unidade, após os pais procurarem o Batalhão.

Ainda neste mês, uma recém-nascida, com 15 dias de vida na época, foi salva por militares do 3º Batalhão, na madrugada do dia 9 de outubro, no bairro Planalto. Os pais da bebê procuraram por ajuda, após notarem que a filha estava desacordada, engasgada com leite materno.

Já no dia 15, uma outra bebê de 15 dias também foi salva, desta vez na cidade de Alto Taquari. A recém-nascida também foi vítima de engasgamento com leite materno e foi salva pela PM, após os pais procurarem por ajuda com os policiais militares da cidade.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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