MATO GROSSO

Seduc abre processo seletivo para contratação de 1.208 assistentes de educação especial

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) publicou, no Diário Oficial desta quinta-feira (22.5), o edital de seleção para o cargo de Assistente de Educação Especial. Serão oferecidas 1.208 vagas na modalidade de processo seletivo simplificado – cadastro de reserva.

O Assistente da Educação Especial trabalha no apoio ao aluno que precisa de acompanhamento, auxiliando-o em tarefas cotidianas como alimentação, higiene e locomoção.

O selecionado terá a remuneração de acordo com a carga horária e poderá atender até três alunos por turma, a depender do nível de comprometimento individual de cada aluno. Para 30 horas, o salário será de R$ 3.100,88 e, para 40 horas, R$ 4.134,55.

As inscrições podem ser realizadas no site da Selecon a partir desta quinta-feira (22.5) e prossegue até o dia 2 de junho de 2025.

De acordo com a Seduc, os aprovados terão contrato temporário, com escolha por município com requisito mínimo do ensino médio. Já a carga horária, será de 30 a 40 horas semanais, conforme a necessidade da unidade escolar. A previsão é que o início das atividades ocorra no dia 22 de julho deste ano.

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O processo seletivo consiste em duas etapas: Análise Curricular, de caráter classificatório, e Curso de Formação, de caráter eliminatório.

Na avaliação do secretário de Educação, Alan Porto, o impacto na rede será grande, já que esta ação dá suporte ao aluno com deficiência em sala de aula, em sua ida ao banheiro e durante a alimentação escolar, o que acaba contribuindo para o desenvolvimento da autonomia do estudante.

Segundo ele, este edital é mais do que a abertura de vagas. “Representa um compromisso com a educação inclusiva, com o respeito à diversidade e a garantia de direitos para todos os estudantes, especialmente aqueles que mais necessitam de apoio, como os alunos com deficiência e transtornos do neurodesenvolvimento”.

“Ao atuar de maneira integrada com a escola, as famílias e a equipe pedagógica, esses profissionais contribuem de forma significativa para a promoção de uma educação cada vez mais inclusiva, acolhedora e equitativa”, concluiu Alan Porto.

Leia o edital completo AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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