MATO GROSSO

Sorteio de R$ 900 mil do Nota MT contempla mais de mil pessoas; confira o resultado

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O Nota MT, programa de incentivo à cidadania fiscal do Governo de Mato Grosso, sorteou, nesta quinta-feira (10.10), R$ 900 mil em prêmios, que são distribuídos mensalmente entre consumidores cadastrados no programa que pedem o CPF na nota. Este foi o 77º sorteio, referente ao mês de setembro, e contemplou 1.009 pessoas. No total, mais de 520 mil usuários do Nota MT concorreram às premiações.

Os prêmios de maior valor, de R$ 100 mil, foram para moradores do interior do Estado, sendo um de Primavera do Leste e outro de Lucas do Rio Verde. Também foram sorteadas três premiações de R$ 50 mil, cinco de R$ 10 mil e mil de R$ 500.

Os três prêmios de R$ 50 mil foram para moradores de Cuiabá. Já os valores de R$ 10 mil foram distribuídos para consumidores que residem em cinco municípios: Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Juína, Sinop e Rondonópolis.

Além desses sortudos, outros 999 consumidores foram contemplados com prêmios de R$ 500. Um deles, morador de Juruena, foi premiado duas vezes, com bilhetes diferentes, e vai receber o valor total de R$ 1.000. Essa premiação dupla é possível porque cada prêmio sorteado corresponde a uma numeração de bilhete, gerada a partir de um documento fiscal. Portanto, quanto mais uma pessoa solicitar o CPF na nota, mais bilhetes terá para concorrer no sorteio.

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O secretário adjunto de Projetos Estratégicos, Vinícius Simioni, explicou que, para participar dos sorteios, basta realizar o cadastro no Nota MT pelo site ou aplicativo e começar a pedir o CPF na nota.

“Após o cadastro, a cada compra realizada no varejo, o consumidor deverá solicitar a emissão do documento fiscal com a inclusão do seu CPF. Isso alimenta automaticamente o sistema, e ele passa a concorrer nos sorteios, com a chance de ganhar um dos 1.010 prêmios que distribuímos mensalmente”, pontuou.

Além dos consumidores premiados, 173 entidades sociais de 64 municípios também foram contempladas e, juntas, vão receber R$ 180 mil. Esse valor é correspondente a 20% de cada premiação sorteada.

Entre as entidades filantrópicas premiadas estão as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), instituições que atendem pessoas no tratamento de câncer, centros de reabilitação, além de associações que atuam na causa animal, na atenção aos idosos, no aleitamento materno e no esporte.

Atenção aos golpes

Para conferir o resultado do sorteio realizado nesta quinta-feira (10.10), a pessoa deve acessar diretamente o site ou aplicativo do Nota MT. A Sefaz MT tem alertado, com frequência, a população sobre os golpes aplicados utilizando o nome do programa.

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Criminosos entram em contato com as vítimas, se passando por servidores da Sefaz, exigindo pagamentos para que o prêmio seja depositado. Essa não é uma prática da secretaria, já que o pagamento da premiação é feito diretamente na conta bancária da pessoa sorteada, após a homologação do sorteio e confirmação da regularidade do premiado.

Portanto, é importante que todos estejam atentos e que qualquer atividade suspeita seja denunciada pelo site ou aplicativo do Nota MT ou ainda, pela ouvidoria da Sefaz. O cidadão também deve registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil, de forma presencial ou eletrônica pela Delegacia Virtual.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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