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Palestra aborda uma nova forma de pensar humanidade e tecnologia

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Na reta final de 2024, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) realizou palestra com o tema “Humanidade e Tecnologia: Uma Nova Forma de Pensar Juntos”, na manhã desta sexta-feira (13.12), no Plenário, localizado na sede do Tribunal. O assunto foi abordado pelo doutor e mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Augusto Niche Teixeira.

O objetivo do evento foi explorar as relações entre pessoas, ferramentas e tecnologias no contexto organizacional, com foco em inovação, aprendizagem colaborativa (co-learning), trabalho conjunto (co-working) e a construção de culturas organizacionais reflexivas e transformadoras.

Durante a abertura, o juiz auxiliar da Presidência, Aristeu Dias Batista Vilella, agradeceu ao palestrante pela disponibilidade e ressaltou a importância de refletirmos sobre os diversos aspectos contemplados pelos avanços tecnológicos. “Vivemos em uma sociedade cada vez mais digital e hiperconectada, com inovações que nos trazem inúmeros benefícios. Mas, também é preciso estarmos atentos às conexões sociais que permeiam nossas vidas para além dos celulares e das redes sociais no mundo virtual”.

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Essa interação social foi destacada pelo palestrante, que acrescentou a importância de valorizar todas as instâncias da vida, e não apenas os momentos bons. “As pessoas estão querendo criar um mundo de fantasia, mas a vida é feita de momentos bons e difíceis, coisas boas e ruins, estresse e felicidade. O local de trabalho só será bom se criarmos uma boa atmosfera também, e a cultura organizacional é formada por todos os servidores e servidores. Não existe a instituição sem as pessoas, o CNPJ é uma junção de vários CPFs”, frisou o professor doutor Augusto Niche Teixeira.

Augusto Niche Teixeira também possui especialização em formação docente, cultura digital e inovação pedagógica e é pesquisador com desta nas áreas de filosofia da educação, educação superior e formação de professores. É, ainda, autor de estudos voltados à integração entre docência, bem-estar e os desafios da era digital, com uma abordagem centrada em humanização e transformação educacional.

Além da participação presencial, a palestra foi transmitida pelo canal do TRE-MT no YouTube aos servidores e servidoras do interior do estado, totalizando 87 pessoas.

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Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto que mostra o palestrante, no Plenário do Tribunal, de pé e de perfil, utilizando óculos de grau, segurando um microfone, ao lado do púlpito do TRE-MT. Atrás dele, tem um projetor com a imagem de três teóricos e, à frente dele, aparecem servidores e servidoras do TRE-MT, sentados em cadeiras. Ao final da matéria, tem uma galeria com mais fotos do evento.

1/ Galeria de imagens

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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