Tribunal de Justiça de MT

Participe de workshop sobre mediação e arbitragem hoje à noite

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O Poder Judiciário de Mato Grosso participa nesta terça-feira (8 de outubro), das 19h às 22h, do Workshop a Mediação e a Arbitragem na Prática, que será realizado no Núcleo de Prática Jurídica do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag). O evento é realizado por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) com o apoio da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) em parceria com o Centro Acadêmico de Direito XV de Maio (CADU) e a Coordenação da Faculdade de Direito do Univag.
 
O evento, que é gratuito e certificado, está com as inscrições abertas e é voltado para todos os públicos que tenham interesse no assunto. As inscrições podem ser previamente ou presencialmente, no local do evento.
 
O principal objetivo é proporcionar aos participantes a compreensão prática e aprofundada sobre os métodos de mediação e arbitragem, capacitando-os a aplicar esses conceitos em situações reais, com confiança e competência, na resolução de conflitos jurídicos.
 
Estão previstas as participações do desembargador coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Segundo Grau, Sebastião de Arruda Almeida; do Gestor-Geral do Nupec do TJMT, João Gualberto Nogueira Neto; da juíza coordenadora do Nupemec, Helícia Vitti Lourenço; do professor Mestre Marcos Vinicius Marini Kozan; e ainda da advogada Meire da Costa Marques.
 
Descrição da imagem: peça publicitária azul com desenhos de símbolos da justiça em azul-claro. Texto em branco: Workshop Mediação e Arbitragem. 19h, 8 de outubro, terça-feira. Auditório do NPJ – Univag. Entrada Gratuita. Os logos do Nupemec e da Esmagis assinam a peça.
 
Keila Maressa 
Assessoria de Imprensa 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Corregedoria atualiza regras para inspeções em serviços de acolhimento de crianças e adolescentes

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso atualizou as regras para as inspeções semestrais nos serviços de acolhimento institucional e nos programas de família acolhedora que atendem crianças e adolescentes sob medida de proteção. As mudanças constam do Provimento TJMT/CGJ nº 24/2026, assinado pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, em 21 de julho.
A nova regulamentação inclui procedimentos específicos para a fiscalização dos programas de família acolhedora, atualiza os formulários de inspeção, reforça a conferência dos dados no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) e padroniza a atuação dos magistrados com competência na área da infância e juventude.
As inspeções deverão ser realizadas presencialmente a cada seis meses pelo magistrado responsável. O trabalho contará com o apoio da equipe técnica multidisciplinar do Poder Judiciário e poderá incluir profissionais das áreas de arquitetura e engenharia para avaliação da estrutura física e das condições de acessibilidade.
“Com a atualização, a Corregedoria estabelece parâmetros para o acompanhamento dos serviços e para a adoção de providências quando forem identificadas falhas. A inspeção permite verificar as condições de atendimento e a situação de cada criança e adolescente acolhido”, afirma o corregedor.
Nos programas de família acolhedora, os magistrados deverão verificar o funcionamento do serviço, a composição da equipe, o cadastro, a seleção e a capacitação das famílias, as visitas domiciliares e as ações voltadas à reintegração familiar ou à colocação da criança ou do adolescente em família substituta.
“Pela primeira vez, a regulamentação traz um formulário próprio para a inspeção da família acolhedora. O documento orienta a análise da estrutura do programa, do acompanhamento técnico, da situação das crianças e adolescentes e do suporte oferecido às famílias”, explica a juíza auxiliar da CGJ, Anna Paula Gomes de Freitas Sansão.
Nas instituições de acolhimento, a fiscalização abrangerá a estrutura do imóvel, a documentação, a equipe de atendimento, a escolarização, os cuidados de saúde, a convivência familiar e a situação processual das crianças e adolescentes. Também deverão ser conferidos a guia de acolhimento, o Plano Individual de Atendimento e o cadastro no SNA.
Quando forem constatadas irregularidades, o magistrado poderá fixar prazo para correção, solicitar informações ao município ou à entidade responsável, comunicar os órgãos da rede de proteção e determinar nova inspeção. Inspeções extraordinárias também poderão ser realizadas em caso de denúncia, notícia de irregularidade ou necessidade de acompanhamento do serviço.

Autor: Alcione dos Anjos

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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