POLÍTICA NACIONAL

TV Senado lança documentário sobre mulheres negras no Dia da Mulher

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As mulheres negras brasileiras são o tema do documentário Quando Elas se Movimentam, que será lançado na TV Senado no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, às 21h. O lançamento também marca os dez anos do Comitê de Gênero e Raça do Senado.

O documentário é dirigido pela cineasta Susanna Lira, conhecida por obras biográficas e documentais e pelos trabalhos contrados na temática das experiências femininas. O título é inspirado em frase da ativista norte-americana Angela Davis: “Quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”.

A produção conta as histórias de três mulheres negras brasileiras cujas trajetórias exemplificam as lutas do povo negro ao longo do tempo: Angélica, a primeira universitária do Quilombo Júlio Borges, em Salto do Jacuí (RS); Antônia, juíza que começou a vida como empregada doméstica; e Luana, atriz que inspira seu trabalho em sua negritude e nos passos da avó, a também atriz Chica Xavier.

Além da transmissão no canal da TV Senado, o documentário também será exibido em uma sessão gratuita no Cine Brasília no dia 31 de março, às 19h. A sessão será aberta ao públicoe, depois da projeção, haverá um debate sobre o filme.

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Comitê

Criado em 2015, o Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça do Senado atua na formulação e implementação de políticas voltadas à igualdade de oportunidades para todos os servidores, além de promover campanhas de conscientização. O Comitê já recebeu três vezes o Selo Pró-Equidade do governo federal.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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