POLÍTICA NACIONAL

Benefícios da atividade física para saúde idosos é tema de debate na Câmara na terça

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As comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; e do Esporte da Câmara dos Deputados promovem, na próxima terça-feira (16), audiência pública sobre a importância da atividade física para a saúde dos idosos. O debate será realizado às 11 horas, no plenário 4, e será interativo.

A audiência foi solicitada pelo deputado Dr. Luiz Ovando (PP-MS). Ele destaca que a prática regular de atividade física é essencial para a promoção da saúde e da qualidade de vida na terceira idade.

“Estudos indicam que a atividade física auxilia na prevenção de doenças crônicas, melhora a mobilidade, fortalece a musculatura e contribui para o bem-estar mental e emocional”, afirma o parlamentar.

Dr. Luiz Ovando também chama a atenção para o envelhecimento acelerado da população brasileira. Segundo ele, é fundamental discutir políticas públicas que incentivem a adoção de hábitos saudáveis nessa faixa etária.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto aperfeiçoa decisão de investimento na previdência complementar

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Um projeto de lei complementar que está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado busca aperfeiçoar o processo decisório de alocação de recursos das entidades fechadas de previdência complementar.

PLP 87/2026, de autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), determina a necessidade de maioria absoluta no conselho deliberativo dessas entidades, para aprovar investimentos de valor igual ou superior a 5% de seus recursos garantidores.

O objetivo, segundo o autor, é impedir que investimentos de valor elevado exponham a saúde financeira dessas entidades a riscos, prejudicando não apenas os participantes e assistidos, mas também os patrocinadores públicos e o erário.

Lei Complementar 108, de 2001 já prevê, no inciso IV do art. 13, que o conselho deliberativo dessas entidades tenha que autorizar investimentos de 5% ou mais. Porém, não fala explicitamente em maioria absoluta. “A proposta qualifica o processo decisório nessas entidades, exigindo diálogo efetivo entre representantes do patrocinador e dos participantes e assistidos, ao mesmo tempo em que preserva a racionalidade do modelo de governança concebido na LC 108/2001”, destaca Esperidião Amin na justificativa do projeto.

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Conselho deliberativo

O projeto dispõe ainda que o presidente do conselho deliberativo dessas entidades, formado por seis membros, não poderá invocar o chamado “voto de qualidade” (de desempate) para formar maioria absoluta nas votações sobre essas decisões de investimento.

O texto aguarda designação de relator na CAE.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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