POLÍTICA NACIONAL

CDR aprova uso do Fungetur para qualificação de profissionais do turismo

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Durante a reunião desta terça-feira (13), a Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR) aprovou o projeto que autoriza o uso de recursos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para financiar a formação e a capacitação de profissionais do setor (PL 6542/2019). O projeto, da Câmara dos Deputados, contou com parecer favorável do senador Alan Rick (União-AC) e agora vai para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Atualmente, o Fungetur já é destinado ao financiamento e apoio de projetos e empreendimentos considerados de interesse turístico pelo Ministério do Turismo. Com a mudança proposta pelo projeto, feita na Lei Geral do Turismo, de 2008, o fundo passa a incluir expressamente ações de qualificação profissional no rol de atividades apoiadas, desde que estejam alinhados aos objetivos da Política Nacional de Turismo e às metas do Plano Nacional de Turismo (PNT).

Presidente da CDR, a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) reconheceu a necessidade de melhorias na área e afirmou que o projeto representa um “importante passo” nesse sentido.

— Com certeza um dos maiores desafios que temos no turismo é a qualidade da prestação dos serviços. O Brasil é rico em atrações turísticas, isso vale para o país inteiro e em diferentes naturezas. Merece atenção a qualidade do serviço que envolve esse setor — ressaltou. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Educação aprova proposta que exige noções de Libras de gestores escolares

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna obrigatória a comprovação de noções básicas de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para gestores da educação básica. A exigência valerá para cargos de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS), para o Projeto de Lei 480/26, do deputado licenciado Murilo Galdino (PB).

Conforme a nova redação, a equipe de gestão da escola deverá contar com profissional que conheça Libras, selecionado entre os professores da unidade ou contratado especificamente para a função. O projeto inicial priorizava pessoas surdas nas contratações.

“Um gestor escolar ou um profissional de apoio deverá ter condições de se comunicar com grande número de pessoas – colegas e demais funcionários, alunos e pais – os quais, na imensa maioria, não sabem se comunicar em Libras”, justificou Franciane Bayer.

Ela ressaltou ainda que a medida amplia o acolhimento e os serviços educativos prestados aos alunos surdos, ao incluir a mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

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“Até que tenhamos na Libras uma segunda língua dos brasileiros, é mais factível dispor do apoio de profissional conhecedor que já trabalhe na escola ou que venha a ser contratado para integrar a equipe pedagógica”, afirmou a relatora.

De acordo com o substitutivo, a comprovação do conhecimento básico em Libras deverá ser feita antes da contratação ou designação para o cargo, respeitando-se também os demais critérios técnicos e pedagógicos.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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